Cerca de 50 milhões de publicações falsas sobre a Covid-19 foram excluídas do Facebook

Rede social publicou um comunicado informando que as publicações passam por uma avaliação baseada em artigos científicos para verificar a veracidade

O relatório destacou o esforço da empresa para conter a veiculação de informações falsas

O relatório destacou o esforço da empresa para conter a veiculação de informações falsas | Kon Karampelas/Unsplash

Nesta terça-feira (12), o Facebook publicou um Relatório de Aplicação dos Padrões da Comunidade informando que cerca de 50 milhões de publicações relacionadas ao novo coronavírus, postadas tanto no Facebook quanto no Instagram, foram consideradas incompatíveis com as políticas da empresa.

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“Passamos os últimos anos construindo ferramentas, equipes e tecnologias para ajudar a proteger as eleições de interferências, evitar a disseminação de desinformação em nossos aplicativos e manter as pessoas protegidas de conteúdos nocivos”, afirmou o vice-presidente de Integridade do Facebook, Guy Rosen, em comunicado.

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O comunicado também informou que grande parte da filtragem de conteúdo é realizada por algoritmos de inteligência artificial que identificam conteúdos abusivos com nudez alta, atividades sexuais, violência, bullying, assédio, discurso de ódio e conteúdo explícito.

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Entretanto, a outra parte da filtragem é realizada por revisores de conteúdo. “Trabalhamos com mais de 60 organizações de verificação de fatos que revisam e classificam conteúdos em mais de 50 idiomas ao redor do mundo. No mês passado, continuamos a expandir nosso programa para adicionar mais parceiros e idiomas. Desde o início de março, adicionamos oito novos parceiros e expandimos nossa cobertura para mais de uma dúzia de novos países”, escreveu o vice-presidente.

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As publicações falsas relacionadas ao novo coronavírus passaram por uma avaliação baseada em 7.500 artigos científicos antes de serem removidas.

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O relatório destacou o esforço da empresa para conter a veiculação de informações falsas.

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O Facebook também anunciou uma parceria com a Internacional Fact-Checking Network (IFCN). Um contrato de US$ 1 milhão incluindo serviços de 13 organizações de verificação de fatos.