Na segunda-feira (15) moradores e entidades de Santos, no litoral de SP, mobilizaram uma audiência na Câmara de Santos. A solicitação é para transferência do terminal de regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL).
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A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), responsável pela emissão de licenças que permitem a operação do Terminal de Gás, garante que foram analisadas medidas para evitar, minimizar ou compensar os impactos negativos na Baixada Santista.
O navio-tanque Hoegh Giant marcou o início das operações do terminal, em 29 de março, e reascendeu o temor de uma região que já foi afetada por tragédias em seu passado recente.
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Uma explosão de uma fábrica de fertilizantes gerou uma nuvem tóxica que se espalhou na região de Cubatão.
Confira o ocorrido
Em 2017, ocorreu um incêndio na Unidade 2 da fábrica Vale Fertilizantes, iniciado em uma correia transportadora. De acordo com o Corpo de Bombeiros, que socorreu a empresa na época, houve vazamento de nitrato de amônio e ácido sulfúrico na atmosfera, produtos considerados tóxicos.
Ao todo, 15 equipes do Corpo de Bombeiros da Baixada Santista e 20 da Grande São Paulo foram deslocadas ao local para atenderem a ocorrência. A Brigada de Incêndio da empresa também atuou no combate às chamas e ao vazamento químico.
O fogo consumiu 10 mil toneladas do produto que produziram uma fumaça tóxica por mais de cinco horas. Mais de 150 familiares da comunidade da Vila Mantiqueira precisaram ser retiradas de casa.
A Cetesb multou a empresa em R$ 8 milhões e suspendeu a licença de operação da unidade de nitrato de amônio da Vale até que a área seja totalmente recuperada e reconstruída e seja novamente licenciada.
*Texto sob supervisão de Matheus Herbert
