Corpo de mulher é sepultado por família errada após falha de identificação em cidade da Grande São Paulo

Após dois meses sem notícias de Joyce, os parentes souberam da morte e foram ao Instituto Médico Legal (IML)

Outra família procurava uma idosa desaparecida e reconheceu Joyce como sua parente/Reprodução

A família de Joyce Drago de Souza, de 42 anos, descobriu que o corpo da mulher havia sido enterrado por engano por outra família, em Osasco, na Grande São Paulo.

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Após dois meses sem notícias de Joyce, os parentes souberam da morte e foram ao Instituto Médico Legal (IML) para liberar o corpo, mas descobriram que o sepultamento já havia ocorrido. O enterro aconteceu em 29 de setembro, no Cemitério Santo Antônio.

A outra família procurava uma idosa desaparecida e reconheceu Joyce como sua parente. Segundo informações do Balanço Geral, da Record, a decomposição avançada do corpo dificultou a identificação, e uma tatuagem teria contribuído para o engano.

O ex-marido de Joyce havia feito o reconhecimento por fotografia, mas, ao retornar ao IML para retirar o corpo, percebeu que a mulher apresentada não era ela. Ainda segundo a reportagem, os exames já identificavam o cadáver como sendo de Joyce, mas não teria sido feita a conferência dos documentos para confirmar o vínculo entre a família que retirou o corpo e a vítima.

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Antes de desaparecer, Joyce teria sido agredida pelo namorado e possuía uma medida protetiva contra ele. Ainda não há confirmação de que os episódios de violência tenham relação com a morte, que é investigada.

A família aguarda autorização judicial para exumar o corpo e realizar o sepultamento correto. A Prefeitura de Osasco foi procurada pela reportagem para esclarecer a troca e os procedimentos adotados na liberação, mas não havia respondido até o fechamento da matéria.