‘Cortando meu compadre’, diz advogado ao denunciar esquartejamento à PM

O corpo da vítima, identificada como Anderson Luiz Mendonça do Amaral, de 43 anos, foi encontrado em uma casa abandonada na zona leste da capital paulista

O corpo da vítima, identificada como Anderson Luiz Mendonça do Amaral, de 43 anos, foi encontrado em uma casa abandonada na zona leste da capital paulista

O corpo da vítima, identificada como Anderson Luiz Mendonça do Amaral, de 43 anos, foi encontrado em uma casa abandonada na zona leste da capital paulista | Arquivo pessoal

Na noite desta segunda-feira (3/06) um advogado ligou para a Polícia Militar (PM) e denunciou o próprio crime às autoridades. O advogado relatou que ‘estaria cortando’ o cadáver do seu ‘compadre’. O caso segue em investigação. 

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O corpo da vítima, identificada como Anderson Luiz Mendonça do Amaral, de 43 anos, foi encontrado em uma casa abandonada na zona leste da capital paulista. 

A ocorrência foi atendida por policiais do 29º Batalhão. No endereço, no Itaim Paulista, os policiais encontraram o cadáver esquartejado. Os pedaços do corpo estavam em três sacos de lixo, distribuídos por um imóvel aparentemente ocupado por pessoas em situação de rua.

Corpo esquartejado dentro da casa abandonado 

O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionado e, no local, constatou que o tronco da vítima estava próximo ao portão da casa abandonado. Uma tatuagem nas costas da vítima foi identificada. 

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Dentro do imóvel abandonado, dois sacos pretos foram encontrados. Dentro deles estavam a cabeça, os braços e as duas pernas de Anderson Luiz Mendonça. 

Com base no estado geral do corpo, os investigadores do DHPP avaliaram que o provável assassinato teria ocorrido um dia antes de a vítima ser localizada.

A Polícia Civil apurou e já sabe o nome do advogado. Esse advogado teria dito aos policiais que o crime foi cometido por outra pessoa. Os envolvidos seguem em investigação. 

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Vítima já tinha passagens pela polícia 

A Polícia Civil de São Paulo também divulgou que a vítima foi indiciada por dois crimes, entre os quais um homicídio, em 2016, e por um roubo, no ano seguinte.