Covid-19: Taboão deve vacinar 90 mil moradores na 1º etapa da campanha

Durante a campanha, o horário de atendimento das 13 Unidades Básicas de Saúde será ampliado até às 20h

João Doria apresentou durante coletiva de imprensa os resultados da vacina CoronaVac

João Doria apresentou durante coletiva de imprensa os resultados da vacina CoronaVac | Reprodução/Governo de SP

A previsão é que 90 mil moradores de Taboão da Serra, que pertencem aos grupos prioritários, sejam vacinados contra o novo coronavírus (Covid-19), na primeira etapa da campanha de vacinação. Foram solicitadas 180 mil doses do imunizante ao governo estadual, já que a vacina é aplicada em duas doses.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, a primeira etapa de vacinação vai priorizar profissionais da saúde, pessoas com 60 anos ou mais, grupos indígenas e quilombolas. O Plano Estadual de Imunização contra a Covid-19 vai começar em 25 de janeiro.

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Durante a campanha, o horário de atendimento das 13 Unidades Básicas de Saúde de Taboão da Serra, será ampliado até às 20h. Entre as 17h e 20h, serão realizadas apenas atividades relacionadas à vacinação dos grupos propostos e prioritários.

Além disso, é proposto que escolas próximas às UBSs sejam utilizadas durante a campanha. O objetivo é facilitar o acesso e diminuir o deslocamento de pessoas.

EFICÁCIA.

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O governador João Doria (PSDB) anunciou em coletiva na tarde da última quinta-feira que os estudos brasileiros com a CoronaVac apontaram que a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac tem entre 78% e 100% de eficácia contra a Covid-19.

“Esse resultado significa que a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan tem elevado grau de eficiência e eficácia para proteger a vida dos brasileiros contra a Covid-19”, afirmou o governador.

De acordo com os dados apresentados nesta quinta, os voluntários que receberam a vacina não tiveram nenhum caso grave da Covid-19. Ou seja, o imunizante protegeu em 100% em casos graves. A CoronaVac também protegeu 100% em casos moderados, e nenhum dos vacinados foi internado pela doença.

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Com relação a atendimentos ambulatoriais, no caso de haver sintomas que se precise procurar um médico, a vacina mostrou eficácia de 78%. Ou seja, os casos leves foram prevenidos em 78%, ainda segundo os estudos.