Dia das Crianças longe das telas: descubra brincadeiras antigas e divertidas para resgatar a imaginação das crianças no feriado em família

Confira ideias simples e criativas com objetos que você já tem em casa para garantir muita diversão sem precisar de wi-fi

Crianças brincando (Foto_ RDNE Stock project_Pexels)

Reduzir o uso de celulares e tablets no Dia das Crianças estimula a imaginação, o movimento e a união da família

O Dia das Crianças é uma ótima oportunidade para deixar celulares, tablets e televisão um pouco de lado e resgatar brincadeiras que fazem parte da infância.

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Em vez de depender das telas para manter os pequenos ocupados, vale apostar em brincadeiras que estimulem a imaginação e envolvam toda a família.

Com objetos que já estão disponíveis em casa, é possível criar atividades divertidas sem precisar gastar muito.

Por que reduzir as telas no Dia das Crianças

Reservar parte do dia para atividades longe das telas ajuda a criança a ter contato com brincadeiras mais ativas e criativas.

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A proposta não precisa ser eliminar completamente celulares e tablets, mas criar momentos em que eles não sejam a principal fonte de entretenimento.

Nesse período, brincadeiras que envolvem movimento, criação e interação também podem estimular habilidades como coordenação motora, imaginação e resolução de problemas. Além disso, participar das atividades aproxima pais e filhos.

Lista de brincadeiras antigas e clássicas

Confira a seleção das melhores atividades que atravessam gerações e garantem diversão sem necessidade de wi-fi.

Jogos de movimento e gasto de energia:

  • O chão é lava: Uma brincadeira simples que transforma a sala em um circuito de aventura. O objetivo é atravessar o cômodo pisando apenas em almofadas, tapetes ou móveis permitidos, sem tocar no chão.
  • Cama de gato (com lã ou barbante): Em um corredor, cole fios de lã ou barbante de uma parede à outra em diferentes alturas e ângulos, imitando raios laser de filmes de espião. As crianças devem atravessar sem encostar nos fios.
  • Dança das cadeiras: Um clássico indispensável. Basta música e uma cadeira a menos que o número de participantes.
  • Esconde-esconde: A mais tradicional das brincadeiras promove noção espacial e paciência.
  • Amarelinha: Use fita crepe para marcar o chão se estiver dentro de apartamento, ou giz se estiver no quintal. Ótimo para equilíbrio.

Jogos de raciocínio e calmaria:

  • Stop (ou Adedonha): Papel, caneta e categorias (nome, animal, cor, objeto, CEP). Excelente para crianças em fase de alfabetização e expansão de vocabulário.
  • Telefone sem fio: Reúna a família em círculo. Uma frase sussurrada no ouvido do primeiro deve chegar ao último. As distorções geram muitas risadas.
  • Quem sou eu?: Cola-se um post-it na testa de cada participante com o nome de um personagem ou animal. Através de perguntas que só podem ser respondidas com “sim” ou “não”, a pessoa deve adivinhar quem é.
  • Mímica: Escreva nomes de filmes, desenhos ou ações em papéis, dobre-os e coloque em um pote. Cada criança sorteia um e deve atuar sem emitir som.

Atividades manuais e criativas:

  • Cabaninha na sala: Use lençóis, cadeiras e o sofá para criar um forte. Leve lanternas e livros para dentro.
  • Massinha caseira: Misture farinha de trigo, sal, água e corante alimentício. A textura sensorial acalma e entretém por horas.
  • Origami: Comece com formas simples como aviões e barcos, evoluindo para animais.