Greve do Metrô de SP pode parar 4 linhas nesta quarta; veja quais

Assembleia do Sindicato dos Metroviários será realizada às 18h desta terça, e pode paralisar 4 linhas do sistema paulistano

Agentes mulheres do Metrô de SP recebem preparo para atuar contra crimes

Agentes mulheres do Metrô de SP recebem preparo para atuar contra crimes | Pablo Jacob/Governo de SP

As quatro linhas geridas pelo Metrô paralisarão as atividades à meia-noite desta quarta-feira (22/5) caso a greve seja aprovada pelo sindicato da categoria. A assembleia será realizada às 18h desta terça (12/5).

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A votação será transmitida por meio dos canais oficiais do Sindicato dos Metroviários, como Facebook, Instagram e Youtube.

As linhas que ficarão interditadas são as administradas pelo Governo de São Paulo: Linha 1-Azul, Linha 2-Verde, Linha 3-Vermelha e Linha 15-Prata. As linhas 4-Amarela, 5-Lilás e 17-Ouro funcionarão normalmente, por serem concedidas à iniciativa privada.

A CPTM também não será afetada pela decisão desta terça.

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O que os metroviários querem

Entre os principais pontos apresentados pelos trabalhadores estão a realização de concursos públicos, mudanças relacionadas ao plano de saúde, negociações sobre a Participação nos Resultados (PR) de 2026 e discussões sobre o plano de carreira.

Segundo o sindicato, o sistema opera atualmente com redução no quadro de funcionários em comparação aos últimos 10 anos. A entidade afirma que a diminuição de trabalhadores tem impactado as condições de trabalho dentro do sistema metroviário.

Os metroviários também criticam o avanço da terceirização em setores do Metrô e apontam preocupação com possíveis alterações nos custos do plano de saúde, incluindo aumento nos descontos aplicados nos salários e cobranças maiores em procedimentos médicos.

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Em comunicado divulgado nas redes sociais e no site oficial, o sindicato afirmou que a greve ainda pode ser evitada caso o governo estadual e a direção do Metrô avancem nas negociações e atendam às reivindicações da categoria.

A entidade também voltou a defender a proposta de “catraca livre” durante a possível paralisação.