Hospital de Campanha do Anhembi será mantido até o fim de setembro

Inicialmente o hospital funcionaria até o fim de agosto, mas o contrato foi prorrogado pela prefeitura

Nesta segunda, 60 pessoas estavam internadas no local.

Nesta segunda, 60 pessoas estavam internadas no local. | Divulgação/SPTuris

O contrato entre a Prefeitura de São Paulo e a organização social responsável pela administração do Hospital de Campanha do Anhembi, na zona norte da capital paulista, foi prorrogado até o fim de setembro.

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Inicialmente o hospital funcionaria até o final deste mês. A prorrogação do contrato foi confirmada pela secretaria municipal de Saúde nesta segunda-feira (17). Nesta segunda, 60 pessoas estavam internadas no local.

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No início deste mês, a gestão municipal desativou a maior ala do hospital – que era administrada pela Iabas, organização alvo de investigações por irregularidades nos contratos de saúde no Rio e São Paulo. A Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) é responsável por outra ala com capacidade para 294 pacientes.

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Grande São Paulo

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Os hospitais municipais de campanha de cidades da Grande São Paulo começaram a encerrar suas atividades em agosto. Osasco se tornou o primeiro município a fechar seu hospital de campanha no último sábado (15).

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Na região do ABC paulista, o hospital de campanha de São Caetano, com capacidade para 50 pacientes, deverá fechar integralmente no dia 30 de agosto.

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Em Santo André, também no ABC paulista, o hospital instalado no Estádio Bruno José Daniel, onde 8 pacientes estão internados, está planejando o fechamento.

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De acordo com o secretário de Saúde do município, Marcio Chave, a cidade não fechará todos os hospitais de campanha por causa da reabertura econômica no município.

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“Como as atividades econômicas foram retomadas, nós temos um número maior de pessoas economicamente ativas circulando pela cidade”, afirma o secretário. “Se você pegar de 29 a 50 anos, [essa faixa etária] hoje representa 45% do número de casos internados, sendo que há 14 dias esse número representava 34%”, completa Chave.