Líder da ala feminina do PCC, Malévola é condenada a 12 de anos prisão por organização criminosa e associação para o tráfico de drogas

Intimação foi expedida pelo juiz Rafael Vieira Patara, da 4ª Vara do Foro de Itanhaém, no litoral de São Paulo

Malévola foi condenada pelo TJSP a 12 anos de prisão / Divulgação/Dise

Malévola foi condenada pelo TJSP a 12 anos de prisão / Divulgação/Dise

A Justiça de São Paulo (TJSP) condenou Ligia Sanches Moro, conhecida como Malévola ou Loira, a 12 anos e três meses de prisão em regime fechado por organização criminosa e associação para o tráfico, segundo informações do “UOL”.

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Malévola é apontada pela polícia como responsável do Primeiro Comando da Capital (PCC) pela coordenação do tráfico de drogas na Baixada Santista e líder da ala feminina da facção.

Na quarta-feira (26/8), a 4ª Vara do Foro de Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, emitiu uma intimação assinada pelo juiz Rafael Vieira Patara. No mesmo dia, os advogados de Ligia solicitarem a revogação da prisão preventiva e a sua conversão em prisão domiciliar.

Malévola está presa desde fevereiro

A mulher, de 44 anos, foi presa em fevereiro deste ano em uma casa no bairro Guapurá, em Itanháem, área identificada como um dos pontos de influência operacional dela.

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A prisão ocorreu durante uma operação da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Itanhaém, que cumpria mandados de busca e apreensão.

À época, a Dise afirmou que a investigação realizada ao longo das últimas semanas reuniu elementos para solicitar os mandados, como mapeamento de conversas estratégicas, análises técnicas de terminais telefônicos e diligências de campo.

Ainda segundo as investigações, Malévola chegou a coordenar o tráfico de drogas na Baixada Santista com um de seus filhos, que acabou preso em julho de 2024.