Lula inicia radioterapia após cirurgia de câncer; veja estado de saúde

Equipe que acompanha o presidente detalhou que as sessões servem para evitar o retorno do tumor localizado na pele

Presidente poderá seguir seu cronograma normalmente, segundo o Hospital

Procedimento foi considerado tratamento complementar - Intendencia de Montevideo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou por um procedimento de radioterapia superficial no couro cabeludo nesta segunda-feira (25/5).

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A informação foi divulgada pelo Hospital Sírio Libanês. O procedimento foi considerado um “tratamento complementar’’ da retirada de um câncer de pele.

De acordo com a equipe médica, as sessões de radioterapia são preventivo e não provocam efeitos colaterais.

Por conta disso, o presidente consegue exercer normalmente sua agenda de trabalho e rotina diária enquanto realiza o tratamento.

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Lula realizou a radioterapia na unidade de Brasília. Já a retirada do câncer foi realizada no dia 24 de abril, em São Paulo.

Desde então, ele realiza os procedimentos complementares para evitar o retorno do quadro ou uma possível evolução.

Segundo os médicos que acompanham o presidente, a lesão é localizada e não apresenta disseminação para outras partes do corpo.

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Nesse caso, não foi realizada biópsia como em abril. Na época, o material analisado já havia apontado uma lesão benigna.

Com o procedimento realizado nesta segunda, Lula precisará comparecer de forma regular no hospital para finalizar as 14 sessões restantes do tratamento.

Retirada do câncer de Lula

No período em que foi feita a retirada de um câncer de pele, a dermatologista Cristina Abdala, responsável pelo procedimento, explicou que se tratava de um carcinoma basocelular, o tipo mais frequente, associado à exposição prolongada ao sol.

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Segundo ela, trata-se de uma lesão localizada, que não se espalha para outras partes do corpo.

“O máximo que pode acontecer é surgirem pequenas feridas. Ele já estava acompanhando há algum tempo e decidiu retirar. Isso não indica mau prognóstico, é acompanhamento”, afirmou na ocasião.

O médico Roberto Kalil Filho também comentou o caso e reforçou que a indicação era pela remoção. “Quando cresce, é preciso retirar, porque senão continua aumentando, não cicatriza e pode sangrar. É uma lesão localizada e a conduta é a retirada”, disse.

Queratose

Em fevereiro deste ano, foi realizado um procedimento simples de cauterização para tratar uma queratose, também conhecida como ceratose, caracterizada pelo espessamento da camada mais superficial da pele, rica em queratina.

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O procedimento durou pouco mais de um minuto e foi feito em uma clínica dermatológica em São Paulo.