O edifício Torre Alto das Nações, que se tornou o prédio mais alto da cidade de São Paulo, recebeu o certificado de conclusão de obra (“habite-se”) emitido pela Prefeitura no dia 30 de junho.
O documento autoriza a ocupação do empreendimento após o atendimento das exigências técnicas e marca o fim da etapa principal da construção.
Localizada na Avenida das Nações Unidas, na Zona Sul da capital, a torre possui 219 metros de altura e é a primeira da cidade a ultrapassar a marca dos 200 metros.
Apesar da emissão do habite-se, o empreendimento ainda passa pelos últimos serviços de acabamento antes da inauguração, cuja data ainda não foi divulgada.
50 metros acima do segundo
Com 219 metros, a Torre Alto das Nações supera em cerca de 47 metros o Platina 220, localizado no Tatuapé, que possui 171,7 metros e ocupava o posto de edifício mais alto da cidade.
O empreendimento integra o complexo Paseo Alto das Nações, desenvolvido pela WTorre na região da Marginal Pinheiros.
A primeira etapa do projeto foi entregue em 2022 e inclui áreas comerciais, supermercado, restaurantes e espaços de convivência. Além da torre corporativa, o complexo ainda prevê edifício residencial, teatro e novos espaços de uso misto.
Mirante e vista panorâmica
A Torre Alto das Nações foi projetada para uso corporativo e conta com 39 pavimentos destinados a escritórios, além de estacionamento, térreo com pé-direito elevado e um mirante aberto ao público.
Entre os destaques está uma plataforma de vidro suspensa para observação da cidade, semelhante a atrações existentes em grandes centros internacionais e ao Sampa Sky, localizado no centro da capital paulista.
Segundo informações divulgadas pelas empresas responsáveis pelo empreendimento, a expectativa é de que aproximadamente 10 mil pessoas circulem diariamente pelo edifício quando estiver em funcionamento.
Os mais altos do Brasil
Além de liderar o ranking da capital paulista, a Torre Alto das Nações também figura entre os edifícios mais altos do país.
No ranking nacional, o prédio ocupa atualmente a sexta posição, atrás de torres residenciais localizadas em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, onde está concentrada a maior parte dos arranha-céus brasileiros.
