Obrigatoriedade da vacina parece não preocupar 4 mil servidores em SP

A gestão Ricardo Nunes (MSB)  já exonerou quatro funcionários comissionados por se recusarem a tomar a vacina

Anvisa estuda os dados disponíveis da vacina Comirnaty, contra o coronavírus, em bebês de seis meses a crianças de quatro anos.

Vacinação contra Covid-19 | Tânia Rêgo/Agência Brasil

Mesmo sendo obrigatória para servidores de São Paulo, a vacinação contra Covid-19 ainda não foi comprovada por cerca de 4 mil funcionários públicos do estado e da prefeitura da capital. No quadro de colaboradores não imunizados, 1.500 são policiais. 

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Na capital, 554 servidores da prefeitura ainda não apresentaram o comprovante e estão sendo monitorados. A gestão Ricardo Nunes (MSB)  já exonerou quatro funcionários comissionados por se recusarem a tomara a vacina.

Em São Paulo, tando o governo do estado quanto a prefeitura da capital tornaram obrigatória a apresentação do comprovante de imunização. Apenas quem tem uma justificativa médica está dispensado de cumprir a norma.

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Esta regra foi sancionada em agosto de 2021 pela prefeitura da cidade e o governo do estado, da gestão João Doria (PSDB), publicou no dia 3 de janeiro deste ano a determinação sobre a vacinação de servidores. 

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, as corregedorias de cada polícia são responsáveis por investigar os casos de policiais não vacinados. O texto conta com informações do “g1”.