Sean Diddy Combs tem pena reduzida novamente; saiba quando ele pode sair

Publicação americana aponta que Diddy participa de um programa de reabilitação para dependentes químicos

5) Bombas sobre famosos: "Sabe aquela pessoa que faz coisa errada, debaixo do tapete? Vai aparecer tudo", disse Márcia. Em setembro, o rapper P. Diddy foi preso sob acusações de diversos crimes. Foto: Reprodução/Redes sociais

Nova atualização representa mais um corte no tempo total de encarceramento do magnata do hip-hop/Divulgação

O rapper e empresário Sean Diddy Combs teve sua pena reduzida mais uma vez pela Justiça dos Estados Unidos. De acordo com informações divulgadas pela revista People, o artista, condenado por transporte interestadual com fins de prostituição, agora tem previsão de deixar a prisão em 23 de fevereiro de 2028.

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A nova atualização representa mais um corte no tempo total de encarceramento do magnata do hip-hop. Nas últimas semanas, o Departamento Federal de Prisões dos Estados Unidos já havia realizado outros ajustes, que juntos retiraram mais de três meses da pena inicialmente prevista.

Participação em programa de reabilitação pode ter influenciado decisão

Embora as autoridades não tenham detalhado oficialmente os motivos da nova redução, a publicação americana aponta que Diddy participa de um programa de reabilitação para dependentes químicos na unidade prisional onde está detido, em Nova Jersey.

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O artista foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão após ser considerado culpado por duas acusações relacionadas ao transporte de pessoas para fins de prostituição. A sentença foi definida após um longo julgamento que ganhou repercussão internacional.

Conhecido por sucessos como “Last Night” e “Bump Bump Bump”, Diddy é uma das figuras mais influentes da indústria musical norte-americana, tendo ajudado a impulsionar carreiras de artistas como Usher, Mary J. Blige, Usher, The Notorious B.I.G. e Cassie.

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Defesa tenta reverter condenação

Apesar das reduções recentes na pena, a equipe jurídica do rapper continua tentando anular a condenação. Os advogados sustentam que os encontros analisados durante o processo foram consensuais e argumentam que a punição imposta pelo tribunal foi excessiva.

Durante o julgamento realizado em Nova York, os jurados condenaram Diddy pelas acusações de transporte para fins de prostituição. No entanto, ele foi absolvido de outras acusações consideradas centrais no caso, incluindo tráfico sexual e conspiração para extorsão.

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Enquanto aguarda o andamento dos recursos apresentados pela defesa, o músico permanece preso e segue cumprindo a pena determinada pela Justiça americana.