Prefeitura de Angatuba cancela Carnaval de 2026 para priorizar áreas essenciais

Presidente da Câmara Municipal destacou que a situação financeira da prefeitura demanda planejamento e prudência

Segundo a administração municipal, o cenário financeiro atual exige cautela no uso do dinheiro público

Segundo a administração municipal, o cenário financeiro atual exige cautela no uso do dinheiro público | Divulgação/Prefeitura de Angatuba

A Prefeitura de Angatuba, no interior de São Paulo, decidiu cancelar os gastos públicos com o Carnaval de 2026. A medida procura preservar o equilíbrio das contas do município e direcionar recursos para setores considerados prioritários, como Saúde, Educação e infraestrutura.

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Segundo a administração municipal, o cenário financeiro atual exige cautela no uso do dinheiro público, o que levou à suspensão do tradicional desfile das escolas de samba neste ano.

Além disso, a Prefeitura de Bragança Paulista ainda não decidiu se vai manter os desfiles das escolas de samba no Carnaval 2026, que podem ser cancelados a menos de 20 dias do início da festa.

Equilíbrio fiscal e serviços básicos

Em nota, o Executivo afirmou que a escolha foi tomada para evitar despesas consideradas não essenciais em um momento de restrição orçamentária. Segundo a prefeitura, o foco será manter e fortalecer serviços que impactam diretamente a população, garantindo atendimento e investimentos nas áreas básicas.

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A administração reforçou que a decisão segue princípios de responsabilidade fiscal e gestão consciente dos recursos, diante da necessidade de priorizar ações permanentes em vez de eventos pontuais.

A presidente da Câmara Municipal, vereadora Bianca Elisbão (PSB), afirmou que o cancelamento do Carnaval foi amplamente discutido na primeira reunião do ano entre o Legislativo e o prefeito.

Segundo ela, após análises técnicas e diálogo entre os poderes, houve consenso sobre a necessidade de priorizar políticas públicas essenciais.

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Bianca destacou que a situação financeira da prefeitura demanda planejamento e prudência, especialmente em áreas como Saúde e Educação, que exigem investimentos contínuos. Para a vereadora, a decisão demonstra responsabilidade administrativa ao colocar as necessidades básicas da população acima de eventos custeados com recursos públicos.