Saiba quais medicamentos falsos a Anvisa proibiu esta semana

Agência orienta população e profissionais de saúde a comprarem os remédios só em estabelecimentos regularizados

Em caso de identificação de medicamentos com suspeita de falsificação é necessário contatar as empresas detentoras do registro desses produtos

Em caso de identificação de medicamentos com suspeita de falsificação é necessário contatar as empresas detentoras do registro desses produtos | James Yarema/Unsplash

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibição da comercialização de lotes de dois medicamentos falsificados.

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A medida foi solicitada nesta terça-feira (3/6). A agência orienta que a população e os profissionais de saúde somente adquiram medicamentos em estabelecimentos devidamente regularizados, sempre na embalagem original, com caixa e nota fiscal.

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Remédios proibidos

O lote M088499 do medicamento Rybelsus não é fabricado pela empresa Novo Nordisk, portanto é produto de falsificação.

O Rybelsus é um medicamento oral para tratamento de adultos com diabetes tipo 2, contendo o princípio ativo semaglutida. Ele é usado para controle dos níveis de açúcar no sangue sem a necessidade de injeções diárias.

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Outra falsificação identificada pela agência reguladora é do lote 681522 do medicamento Ofev, da empresa Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda.

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Neste caso, as cápsulas, que contêm o princípio ativo nintedanibe, são indicadas para tratamento e retardo da progressão da fibrose pulmonar idiopática (FPI) e da doença pulmonar intersticial associada à esclerose sistêmica (DPI-ES), condição também conhecida como esclerodermia.

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Suspeita de falsificação

Em caso de identificação de medicamentos com suspeita de falsificação, os consumidores e os profissionais de saúde não devem usar o produto e devem entrar em contato com as empresas detentoras do registro desses produtos, para verificar sua autenticidade.

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Além disso, o fato deve ser comunicado imediatamente à Anvisa.

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No caso de profissionais de saúde, o meio é o sistema Notivisa. Já os pacientes podem entrar em contato pela Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação, o FalaBR.