Você teve isso nos anos 2000: 5 coisas que vão desbloquear uma infância que parecia esquecida

Gloss que grudava no cabelo, anéis coloridos e bolsa de cachorro de pelúcia: se você viveu a infância nos anos 2000, provavelmente teve pelo menos um desses itens

Pequenos objetos que, anos depois, ainda conseguem trazer de volta lembranças da infância (Foto: Reprodução /Pinterest)

Pequenos objetos que, anos depois, ainda conseguem trazer de volta lembranças da infância (Foto: Reprodução /Pinterest)

Imagine a cena: é sábado de manhã, você acabou de acordar e corre para ligar a televisão. A TV Globinho está passando, enquanto você se arruma para sair, ou simplesmente para ficar em casa se sentindo a pessoa mais estilosa do bairro.

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Antes de terminar o desenho, já começa o ritual: escolher a roupa, passar aquele brilho nos lábios, colocar os anéis coloridos e pegar a bolsa que, apesar de ser praticamente incapaz de carregar qualquer coisa, era o acessório mais importante do look.

Se essa cena parece familiar, prepare-se: algumas memórias dos anos 2000 estavam guardadas em objetos muito específicos.

O terror do vento nos lábios

O Gloss Roll-on da Avon era quase um item obrigatório para quem queria aquele visual brilhante nos lábios.

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O problema começa quando você precisava sair de casa. Bastava bater um ventinho para alguns fios de cabelo grudarem imediatamente na boca.

E lá estava você, tentando desgrudar o cabelo dos lábios sem borrar tudo, enquanto fingia que aquilo fazia parte da produção.

Era o tipo de inconveniente que ninguém considerava suficiente para abandonar o gloss.

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O Brilho de Moranguinho tinha uma regra não escrita

Outro clássico era o Brilho de Moranguinho. E existia uma espécie de estratégia coletiva: gastar primeiro o lado vermelho.

Não importava se os dois lados faziam parte do mesmo produto. O vermelho tinha aquele status especial e, por algum motivo, parecia sempre acabar antes.

Depois sobrava o outro lado, que continuava ali, esperando sua vez, enquanto você provavelmente já estava de olho no próximo brilho.

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A bolsa de cachorro que não cabia quase nada

Agora pense naquele acessório que provavelmente era pequeno demais para qualquer necessidade real, mas grande o suficiente para definir o look.

A bolsa de cachorro de pelúcia com roupinha era exatamente assim. Ela podia até não comportar muita coisa, mas ninguém estava preocupado com praticidade.

O importante era carregar aquele cachorro pendurado no ombro e sentir que você tinha acabado de sair de uma revista de moda infantil. Era pequena, fofa e, principalmente, o auge da moda.

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A cartela de anéis que virava coleção

Na papelaria, uma cartela de anéis de plástico coloridos podia render um pequeno tesouro.

E eles apareciam em todos os formatos, cores e combinações possíveis, Alguns também vinham como brindes em salgadinhos, transformando um simples lanche em mais uma oportunidade de aumentar a coleção.

O mais divertido era escolher quais usar. E, claro, quanto mais anéis nos dedos, melhor.

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Sandália com brinde? Era impossível resistir

E havia ainda as sandálias da Sandy e as Melissinhas, que ganharam um espaço especial na memória de quem nasceu naquela época.

O calçado já era desejado, mas o brinde de plástico podia ser o verdadeiro motivo da empolgação. Agendas, mochilinhas e outros acessórios transformavam a compra em uma espécie de presente extra.

Era difícil explicar para um adulto a importância daquilo. Para uma criança dos anos 2000, fazia todo sentido.