Você teve um desses: Hotwheels, beyblade e outros brinquedos dos anos 2000 que vão desbloquear uma memória esquecida da infância

Relembre brinquedos que marcaram os anos 2000 e ainda são capazes de trazer de volta memórias da infância

Uma seleção de brinquedos que ajudaram a transformar tardes comuns em momentos inesquecíveis na infância (Foto: Pexels)

Uma seleção de brinquedos que ajudaram a transformar tardes comuns em momentos inesquecíveis na infância (Foto: Pexels)

Sábado de manhã, você acordava, pegava um copo de achocolatado e ligava a televisão para assistir Digimon, Dragon Ball Z ou Pokémon. Depois de alguns minutos, vinha a ordem mais importante do dia: sair para brincar.

Continua após a publicidade

Na calçada, cada amigo aparecia com seu brinquedo. E não precisava de muita coisa para transformar uma tarde comum em campeonato, corrida ou batalha.

Se você cresceu nos anos 2000, provavelmente vai reconhecer pelo menos alguns desses clássicos.

O campeonato clandestino de bacia de alumínio

Beyblade não precisava de uma arena oficial para funcionar. Uma bacia de alumínio da mãe, uma tampa de panela ou qualquer objeto que pudesse servir de pista já era suficiente. Bastava posicionar os piões, preparar o lançamento e gritar o clássico.

Continua após a publicidade

“Let it rip!” A disputa começava e ninguém sabia exatamente para onde as peças poderiam voar.

O perigo real era justamente os componentes de metal e os piões girando em alta velocidade. Ainda assim, a vontade de ver o próprio Beyblade vencer fazia qualquer adulto parecer exageradamente preocupado.

As pistas laranjas que tomavam conta da sala

Com Hot Wheels, a sala podia virar uma verdadeira pista de corrida. As famosas pistas laranjas faziam curvas, descidas e até loops que pareciam desafiar a gravidade.

Continua após a publicidade

Em algumas casas, a brincadeira ainda ganhava paredes e móveis como extensão do circuito.

E havia outra opção clássica: os tapetes com desenhos de cidades, cheios de ruas, cruzamentos e espaços onde os carrinhos podiam circular.

Não precisava de videogame quando alguns carrinhos e uma boa pista já garantiam horas de diversão.

Continua após a publicidade

O ritual quase impossível de fechar o Bakugan

O Bakugan tinha uma mágica própria. A pequena esfera parecia simples até ser jogada sobre uma carta metálica e se transformar em um monstrinho.

Era aquele momento em que todo mundo parava para ver a transformação acontecer. Mas existia outro desafio: fechar o bonequinho novamente.

Depois de aberto, descobrir a ordem certa para fazer tudo voltar ao formato de esfera parecia um pequeno quebra-cabeça. E, quando finalmente dava certo, vinha aquela sensação de missão cumprida.

Continua após a publicidade

Pokémon também cabia na tampa do Guaraná

A febre de Pokémon não ficava apenas na televisão. As miniaturas que vinham na tampa do Guaraná Caçulinha viravam motivo para colecionar, trocar e comparar com os amigos.

Quanto mais personagens apareciam, maior parecia ficar a coleção. E ainda havia os tazos, que podiam aparecer no recreio e transformar uma pausa na escola em uma disputa improvisada.

A guerra das pilhas

Ter um carrinho de controle remoto era quase uma demonstração de status. Principalmente quando ele funcionava com aquelas pilhas recarregáveis que pareciam durar apenas alguns minutos antes de perder força.

Continua após a publicidade

A diversão começava assim que o carrinho saía andando, e acabava quando ele batia em alguma coisa. O pior cenário? A antena de metal quebrar.

Era aquele momento de silêncio, olhar de desespero e tentativa de descobrir se dava para consertar o brinquedo antes que alguém percebesse.

No fim da contas, mais do que os brinquedos, o que ficou dos anos 2000 foi a forma simples de se divertir.

Continua após a publicidade

Beyblade, Pokémon, Bakugan e carrinhos de controle remoto fizeram parte de uma infância em que qualquer objeto podia virar motivo para brincar, competir e passar horas com os amigos.

E talvez seja justamente por isso que, tantos anos depois, basta ouvir o nome desses brinquedos para uma lembrança da infância aparecer de novo.