Desde que o Governo Federal lançou a segunda versão do programa “Desenrola Brasil” em maio, o Banco do Brasil já intermediou R$ 10,4 bilhões em débitos renegociados, somando atendimentos no meio físico e digital. Pessoa Jurídica e pessoas físicas, juntas, renegociaram cerca de R$ 7,6 bilhões.
Uma das novidades do programa é a possibilidade de usar até 20% do saldo retido no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para amortizar as dívidas.
Como se dividem os números do programa no BB
O montante total reflete acertos financeiros em diferentes perfis de endividados:
- Empresas (PJ): foram R$ 4,3 bilhões negociados para socorrer 34 mil pessoas jurídicas desde maio.
- Pessoas físicas (Famílias): somaram R$ 3,3 bilhões em débitos reorganizados por 392 mil clientes.
- Estudantes do Fies: alcançaram R$ 2,65 bilhões em acertos de contas para 49 mil alunos e egressos.
- Campo (Desenrola Rural): contabilizou R$ 149,7 milhões em acordos firmados por 8,9 mil produtores rurais.
De acordo com Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil, o resultado é fruto do combate à inadimplência, alinhando canais virtuais ao atendimento presencial especializado, garantindo rapidez e segurança ao planejamento financeiro da população.
“Ao aliar a agilidade dos canais digitais com o suporte qualificado do atendimento dos nossos funcionários, temos proporcionado aos nossos clientes a oportunidade de reorganizar seus orçamentos de forma ágil e segura”, destacou.
Fora do escopo do programa governamental, o banco manteve suas esteiras de negociação ativas, alcançando R$ 6,1 bilhões em dívidas ajustadas com outros 562 mil clientes pessoas físicas.








