Itaú demite cerca de mil funcionários por baixa produtividade, diz sindicato

Banco não confirmou número de demissões

Itaú alega que 'foram identificados padrões incompatíveis com nossos princípios de confiança'

Itaú alega que 'foram identificados padrões incompatíveis com nossos princípios de confiança' | Sepy

O banco Itaú, maior conglomerado financeiro da América Latina, demitiu, nesta terça-feira (9/9), cerca de mil funcionários que atuavam em regime híbrido ou remoto por baixa produtividade identificadas a partir de registros de inatividade nos computadores. A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Bancários.

Segundo o banco, os desligamentos foram “decorrentes de uma revisão criteriosa de condutas relacionadas ao trabalho remoto e registro de jornada”. A empresa não informou o número total de demissões.

O Itaú ainda alega, em nota enviada à imprensa, que “foram identificados padrões incompatíveis com nossos princípios de confiança”.

Em 2023, o Sindicato dos Bancários se manifestou contra as demissões anunciadas pelo C6 Bank.

Demissões

O Sindicato dos Bancários afirma que o Itaú fez 518 desligamentos nos últimos 12 meses e, atualmente, tem 85 mil funcionários.

No entanto, o site oficial do maior banco brasileiro informa que o Itaú Unibanco possui mais de 96 mil funcionários e colaboradores. A diferença pode estar relacionada ao critério de contabilização, como o número de funcionários CLT e o de colaboradores em geral.

O que disse o Itaú

Confira a nota do Itaú enviada à imprensa:

“O Itaú Unibanco realizou hoje desligamentos decorrentes de uma revisão criteriosa de condutas relacionadas ao trabalho remoto e registro de jornada. Em alguns casos, foram identificados padrões incompatíveis com nossos princípios de confiança, inegociáveis para o banco. Essas decisões fazem parte de um processo de gestão responsável e têm como objetivo preservar nossa cultura e a relação de confiança que construímos com clientes, colaboradores e a sociedade.”