A importância das trilhas sonoras

Capa da trilha sonora volume 1 de "Pantanal" com Cristiana Oliveira

Capa da trilha sonora volume 1 de "Pantanal" com Cristiana Oliveira | Reprodução

Nos tempos de TV Manchete, a trilha sonora de “Pantanal” recebeu um tratamento todo especial, desenvolvido por Marcus Viana, e até hoje é lembrada pelos fãs da novela. Difícil falar de uma coisa e não se lembrar de outra, tamanha a sintonia, em especial da sua abertura. No remake da Globo que vem aí, não se sabe ainda se haverá o mesmo capricho, porque, lamentavelmente, as trilhas estão perdendo cada vez mais espaço e importância. Mas o trabalho de pesquisa já começou. No passado, era praticamente uma exigência montar grandes trilhas para os folhetins e elas marcavam pontos importantes. A Som Livre, braço fonográfico da Globo, colocada à venda, por muito tempo teve o seu carro-chefe amparado neste segmento, com trilhas criadas especialmente para embalar as novelas, apostando nos mais variados estilos – Sertanejo, MPB, Rock… Dentre os seus maiores sucessos, as produzidas para “Gabriela”(1975), “Saramandaia”(1976), “Pecado Capital”(1976), “Estúpido Cupido”(1977), “Dancin’Days”(1978), “Roque Santeiro”(1985), “Tieta”(1989) e “Avenida Brasil”(2012). Hoje, sabe-se lá a razão, não é mais tanto assim.

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Prova provada. Em 2010, cada brasileiro assistiu em média 4h30 de televisão aberta por dia. Em 2020, 5h15. Nada a acrescentar.

Trabalho novo. Paloma Bernardi nem bem terminou as gravações de “Ameaça Invisível”, série da Record, e já iniciou preparativos para um novo trabalho. Agora o filme “Monique e a TPM”, comédia romântica produzida pela Moonshot Pictures, que será rodada em alguns dias. Especialmente para o longa, ela mudou o visual. Cortou bastante os fios e os clareou.

Custou caro. Benjamin Back, no “Arena SBT” da segunda-feira, pagou aposta após o título do Palmeiras e apresentou o programa fantasiado de Hulk. Na montagem do figurino, demorou um pouquinho, mas até que foi tudo bem. Complicado foi depois, tirar a tinta verde. Saiu de lá quase quatro 4h da manhã.

Palpite. O empresário Walther Abrahão deve saber o que está fazendo, mas a compra desses jogos das eliminatórias pode não ser o melhor negócio para a sua TVWA. Teremos jogos em março, junho, setembro, outubro e novembro. E só. O dinheiro anunciado, R$ 60 milhões, daria para montar a programação do ano inteiro.