Castelo do Terror: atração fora do lugar-comum chega a Campos do Jordão

Produção aposta em cenografia hiper-realista e efeitos especiais para transformar cidade em polo do entretenimento de horror no Brasil

Detalhe fantasmagórico do Castelo do Terror de Campos do Jordão

Detalhe fantasmagórico do Castelo do Terror de Campos do Jordão | Divulgação

O Castelo do Terror estreará no Parque Capivari, em Campos do Jordão, na próxima sexta-feira (8/5). A atração propõe uma experiência imersiva de grande escala, combinando direção de arte, efeitos cinematográficos e interação ao vivo em um percurso que coloca o visitante no centro da narrativa.

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Os ingressos custam a partir de R$ 70 e podem ser adquiridos pelo site do parque ou diretamente na bilheteria da atração. 

Como será o Castelo do Terror de Campos do Jordão

Misturando teatro, instalação e performance, o projeto se aproxima de uma linguagem híbrida que explora temas como medo, percepção e os limites entre realidade e ficção, ampliando o conceito tradicional de atrações de horror.

“Esta é a nossa obra-prima. Não medimos esforços e nem investimentos para criar detalhes e inovar em todas as áreas da produção”, afirmou o empresário, diretor criativo e produtor executivo do Castelo do Terror, Juan Espeche.

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Instalado no coração do parque, o projeto chama atenção já na área externa, com uma reimaginação de um castelo medieval que marca presença na paisagem da cidade e inicia a imersão ainda do lado de fora. 

Nova atração chama a atenção no Parque Capivari/Divulgação

A proposta é a de conduzir o público por uma experiência que explora aflição, expectativa e atmosfera, sem recorrer ao óbvio.

O percurso acontece em um labirinto cenográfico, por uma área de aproximadamente 450 m², estruturado para receber pequenos grupos por vez. 

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Ao longo do circuito, ambientes diferentes se conectam em uma narrativa contínua, construída a partir de atmosferas que alternam surpresa, desconforto e suspense, preservando o fator inesperado como elemento central da experiência.

Um dos principais diferenciais está no toque humano de sua construção. Texturas, objetos e acabamentos foram desenvolvidos de maneira inédita para a atração, com cenários que exploram imperfeições propositais, criando uma sensação constante de instabilidade. 

A ambientação é reforçada por recursos técnicos de iluminação cênica, som ambiente e efeitos de sonoplastia em sincronismo com os movimentos.

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Atração pretende ser referência no País/Divulgação

A experiência é conduzida por um elenco de 13 atores profissionais, que interagem diretamente com o público ao longo do trajeto. As performances acontecem em total proximidade, com atuações precisas que sustentam a cadência e a intenção cênica da atração, tornando cada visita única.

Mais do que uma atração de sustos, o Castelo aposta na construção de atmosfera e na presença física como elementos centrais

Em contraste com experiências digitais, o projeto valoriza o contato direto, os cenários táteis e a integração entre atuação ao vivo e efeitos especiais como forma de engajamento.

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Com duração média de 13 minutos, o percurso foi desenhado para proporcionar uma experiência intensa e dinâmica. A operação conta com controle de fluxo e acessos técnicos que garantem o funcionamento preciso da atração sem comprometer a imersão.