Os ex-BBBs Adriana Sant’Anna e Rodrigo Simoni, o Rodrigão, tiveram valores bloqueados pela Justiça em meio a uma disputa judicial com a WFA Marketing e Eventos. O processo, que se arrasta desde 2017, envolve uma cobrança que chegou a R$ 1,72 milhão, segundo decisão da 42ª Vara Cível do Foro Central Cível de São Paulo.
A determinação, assinada em 24 de agosto de 2026, autorizou o bloqueio on-line de valores em contas bancárias e aplicações financeiras em nome do casal. A ação foi movida pela empresa após a saída de Rodrigão do projeto “Os Marvados” antes do período de três anos previsto em contrato.
Em junho deste ano, a dívida já ultrapassava R$ 1,4 milhão. Com a atualização do débito, incluindo juros, honorários e despesas do processo, o valor chegou a R$ 1.723.060,76 na decisão judicial.
Quanto foi bloqueado nas contas de Adriana e Rodrigão
Segundo informações divulgadas pelo portal Leo Dias, a Justiça localizou e bloqueou R$ 367,7 mil em contas bancárias do casal por meio do Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud).
O montante encontrado é superior aos cerca de R$ 218 mil atribuídos à dívida de Adriana. Já Rodrigão teria de arcar com pelo menos R$ 1,21 milhão. Até o momento, porém, não foram localizados valores suficientes em nome dele para quitar a quantia.
O dinheiro bloqueado ainda não foi repassado à WFA, já que o processo continua em andamento.
Entenda a disputa judicial
Rodrigão foi condenado em março de 2022 pela juíza Marian Najjar Abdo a pagar R$ 400 mil de multa contratual à WFA, além de indenização por danos morais. Adriana também foi condenada ao pagamento de indenização por danos morais.
Desde então, o débito aumentou com a incidência de juros, honorários advocatícios e outras despesas processuais.
A WFA pertence a Fábio Ponte, que foi empresário do grupo de pagode Jeito Moleque. O processo tramita na Justiça de São Paulo desde 2017.
Na decisão mais recente, Adriana e Rodrigão foram intimados e têm até 23h59 do dia 16 de outubro para cumprir a determinação judicial. O casal ainda não se manifestou publicamente sobre o caso e, segundo a publicação, a expectativa é de que recorra da decisão.
