Teste de DNA em cães aumentou nos últimos anos

Para realizar um teste genético, é necessária uma amostra apropriada de um fluido corporal, que pode ser sangue, saliva, esperma, entre outros

DNA fornece um grau de confiabilidade muito alto

DNA fornece um grau de confiabilidade muito alto | Johnny Duarte

O teste de DNA é a leitura dos genes de um indivíduo. É a análise de informações hereditárias que todo ser vivo carrega em suas células. Um teste genético lê uma parte específica dessas informações, relacionada a uma característica física ou uma doença genética ou outra característica que queremos analisar.

Ocorrem erros na transcrição do DNA denominados mutações. Algumas mutações não afetam o conteúdo das informações hereditárias, mas algumas afetam, alterando cor da pelagem, por exemplo, ou alterando as condições do organismo, onde ocorre o desenvolvimento de uma doença genética. Nos estudos, os cientistas analisam o DNA de um grande número de cães e tentam especificar características físicas ou doenças genéticas.

O teste de DNA em cães tem aumentado nos últimos anos, à medida que mais e mais criadores e organizações caninas exigem certos testes de DNA para registrar cães. Fornece um grau de confiabilidade muito alto, sendo assim utilizado em ampla escala para determinação de paternidade e identificação de doenças geneticamente

transmissíveis.

Para realizar um teste genético, é necessária uma amostra apropriada de um fluido corporal, que pode ser sangue, saliva, esperma, entre outros, que é mais frequentemente coletada pelos próprios donos de cães e enviada pelo correio para os laboratórios que realizam este tipo de exame.

Nos últimos anos, vimos grandes descobertas no campo da genética, o que resultou em um número crescente de testes genéticos e nas áreas de sua aplicação em cães.

No Brasil alguns laboratórios oferecem além do teste de paternidade, testes específicos para doenças, com o é o caso do laboratório LDMVET que oferece por um valor bem razoável comparado ao valor no exterior, testes para as seguintes doenças: Atrofia Retiniana Progressiva (prcd-PRA), Colapso Induzido por Exercício (EIC), Doença de Von Willebrand tipo 1, Gene de resistência a drogas – MDR1, Coloração Merle e Nefropatia Familiar.