Nesta semana, as redes sociais foram tomadas pelo assunto Zezé Di Camargo. O sertanejo, um dos filhos de Francisco, se expôs publicamente e comprou briga com o SBT. E o motivo? O amor. Ou talvez uma paixão, daquelas paixões descontroladas que fazem a gente meter os pés pelas mãos.
Não se trata de ser de direita ou de esquerda, mas de bom senso. A indelicadeza das palavras de Zezé direcionadas às filhas do Homem do Baú pegou mal, embora haja quem o apoie. O especial de Natal, que já estava gravado e anunciado, teve sua exibição cancelada. Uns lamentam, outros até agradecem.
Zezé, que já não é mais dono daquela potência vocal de outros tempos, virou alvo de críticas e memes, além de ver seu passado ressurgir com força nas redes.
E eu, o que tenho a ver com isso? Nada. Mas, como tenho um espírito conciliador, resolvi opinar. Acredito, de verdade, que Zezé, mesmo sem a voz de outrora, ainda representa muito para a cultura popular brasileira. Do outro lado, o SBT é grande, muito grande.
As partes poderiam aproveitar o espírito natalino e fazer as pazes. Para isso, sugiro a gravação de um novo especial de Natal. Patrícia Abravanel receberia Zezé Di Camargo, o presidente Lula, o ministro Alexandre de Moraes e, para completar a mesa, Flávio Bolsonaro. Poderia rolar um amigo secreto daqueles que a gente vê na televisão.
Eu ainda convidaria Luana Piovani e Pedro Scooby, além de Simone e Simaria. Pronto: agora é só pensar nos presentes que cada um vai dar ao outro, e a paz volta a reinar no mundo. Audiência bombando e a família brasileira ganhando entretenimento de qualidade.
Nessa treta toda, fico com uma pergunta: e o Luciano? Bom, Luciano deu uma sumida, como eu também vou fazer. Descansar um pouco e voltar com esta coluna no próximo ano.
