A trajetória de Mirtha Legrand voltou a impactar o público e as redes sociais devido a um dado histórico impressionante: se a apresentadora estiver presente no Mundial de 2026, ela terá vivido nada menos que 23 Copas do Mundo.
Esta marca atravessa gerações, eras do futebol e até os períodos de conflitos globais que interromperam o esporte no passado.
Um século de futebol e história
Nascida em 23 de fevereiro de 1927, em Villa Cañás, Santa Fe, “La Chiqui” é contemporânea de praticamente toda a história oficial do futebol mundial.
Desde o torneio inaugural organizado pela FIFA em 1930, no Uruguai, até a histórica consagração de Lionel Messi no Catar em 2022, a vida de Mirtha está intrinsecamente ligada aos capítulos mais importantes do esporte.
Ao longo de quase 100 anos, a diva argentina acompanhou a evolução de ícones como Pelé, a primeira glória argentina em 1978, a era de ouro de Diego Maradona no México em 1986 e a conquista da terceira estrela pela Seleção Argentina em solo catari.
Passar do tempo e evolução da tecnologia
O que torna o caso de Mirtha Legrand único não é apenas a longevidade esportiva, mas sua permanência como figura pública central.
Quando ela nasceu, a televisão como a conhecemos hoje sequer existia. Ela iniciou sua carreira antes da TV colorida e mantém sua vigência em plena era da revolução digital, enquanto o futebol mudava de formatos, regras e protagonistas.
Os números do recorde de Mirtha Legrand
Nasceu em 1927, apenas três anos antes do primeiro Mundial e, caso presencie o torneio de 2026, terá vivido as 23 edições, sendo uma das únicas celebridades nascidas no país da atual campeã a atingir este feito.
Neste cenário, acompanhou todas as eras de Pelé, Maradona e Messi, os três melhores jogadores da história do esporte. Além disso, celebrou os três títulos Mundiais da Argentina (1978, 1986 e 2022).




