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OPERAÇÃO DELEGADA

Bombeiros passam a atender Samu e fazer poda de árvore na Capital

Operação Delegada vai destinar 94 bombeiros para reforçar o Samu e 6 para atuar na poda e corte de árvores

Bruno Hoffmann

Publicado em 02/04/2024 às 12:46

Atualizado em 02/04/2024 às 13:18

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Ricardo Nunes, durante cerimônia do Corpo de Bombeiros nesta terça / Edson Lopes Jr./Divulgação

Os agentes do Corpo de Bombeiros passaram a ter autorização nesta terça-feira para reforçar os trabalhos de poda e corte de árvores e de atendimento pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). A ação deve ser realizada por meio da Operação Delegada.

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O programa é realizado por meio de convênio entre a prefeitura e o governo paulista para que agentes da Polícia Militar reforcem o policiamento na cidade durante as folgas. O custo é pago pela prefeitura, e a adesão é voluntária.

Uma lei da prefeitura de São Paulo sancionada no fim do ano passado passou a liberar os bombeiros para participar da Operação Delegada. Guardas-civis municipais (GCMs) também podem atuar no programa.

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“Nosso grande desafio dentro do Samu é diminuir o tempo de atendimento, fazer um atendimento rápido e com qualidade. São bombeiros preparados e treinados", afirmou o prefeito Ricardo Nunes (MDB) em cerimônia que deu início aos trabalhos na manhã desta terça, na Praça da Sé.

Para o Samu, serão destinados inicialmente 94 bombeiros para reforçar os atendimentos, com 34 ambulâncias, das quais 20 para o período diurno, 10 para o noturno e 4 reservas, que são equipadas com desfibrilador.  

Para os trabalhos de poda e corte de árvores, serão destacados seis bombeiros.

Bombeiros na Operação Delegada

De acordo com o secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, a permissão dos bombeiros participarem das ações é importante para a população.

“Quando se aumenta a capilaridade de atendimento, colocam-se as viaturas em vários locais, diminui o tempo resposta, que é a chegada da viatura, seja o Samu, seja da unidade de resgate, e até no corte de árvore que está em um perigo de queda iminente. A gente está salvando vidas”, afirmou Derrite.

O projeto de lei, de autoria do prefeito Ricardo Nunes, foi aprovado na Câmara Municipal, em novembro do ano passado, de forma simbólica, apenas com registros contrários de vereadores do PSOL e de abstenções de parte do PT. 

A inclusão do Corpo de Bombeiros no projeto foi um pedido do vereador Bombeiro Palumbo (PP).

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