Com sinais de agressão e estupro, menina de 7 anos é encontrada morta na Grande SP

Garota identificada como Edgary Janeth Camacho foi encontrada morta no último domingo; caso segue em investigação e suspeito ainda é procurado

O crime que é investigado pela delegacia central da cidade (foto) teria ocorrido em uma ocupação montada na Vila Sônia, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo

O crime que é investigado pela delegacia central da cidade (foto) teria ocorrido em uma ocupação montada na Vila Sônia, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo | Divulgação/Conseg itaquaquecetuba

Uma garota de sete anos, identificada como Edgary Janeth Camacho Blanco foi encontrada morta na noite do último domingo (24). A menina havia desaparecido de uma ocupação na cidade de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. De acordo com informações do portal de notícias ”R7”, a polícia informou que a criança apresentava sinais de violência sexual e diversos ferimentos. O suspeito pelo crime segue foragido. 

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O Hospital Santa Marcelina acionou a polícia militar para o atendimento da ocorrencia de um possivel estupro, e espancamento de uma crianca que foi levada a unidade sem vida. O crime teria ocorrido em uma ocupação situada na ponte Estrada Walter da Silva Costa, na Vila Sônia, em Itaquaquecetuba.

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Até a tarde desta terça-feira (26), o suspeito ainda estava foragido. A população destruiu o barraco onde Edgary foi localizada.

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Investigação 

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Após localizada, a área foi isolada, e policiais civis do setor de homicídios se dirigiram ao local. Uma das testemunhas que foram ouvidas pelos agentes foi Michel Oliveira Fernandes da Silva, de 38 anos, que se identificou como líder comunitário da habitação irregular, formada por brasileiros e venezuelanos. 

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Busca pela menina de porta em porta

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Ainda de acordo com a polícia, por volta das 20h, Michel recebeu informações de que uma menina teria desaparecido da ocupação por volta das 16h. 

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Após um longo período de busca por vários locais, os moradores optaram por uma busca mais específica e cautelosa, batendo na porta de todos os barracos da comunidade em busca da garota.

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Os populares encontraram Edgary em um barraco que era ocupado por um morador recente que não havia sido identificado, e também não estava no local naquele momento.

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A jovem de 7 anos estava deitada na cama, parcialmente despida, desacordada, e com um ferimento na cabeça. A criança foi conduzida às pressas para o hospital Santa Marcelina, mas não foi possível reverter a situação.

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O líder comunitário recebeu as informações da violência sexual dentro do hospital. Michel disse, sobre o morador que habitava o local, que ninguém o conhecia, ou sequer sabia seu nome, pois o rapaz era novo na região. O suspeito veio morar na ocupação por meio de uma indicação de outro morador.

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Fuga do suspeito

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Michel relatou que moradores viram o suspeito deixando o local com malas e pertences pessoais minutos antes da menina ser encontrada.

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O líder ainda relatou que o suspeito teria algum tipo de distúrbio mental. O fugitivo tem cabelos grisalhos, além de ser magro e pardo.

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Michel também disse que é possível achar os dados do suspeito por conta de um cadastramento recente realizado com os moradores da ocupação.

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Edgar Rafael Camacho Carpio, de 35 anos, também foi ouvido pelos policiais, por ser vizinho da família. Em seu relato, disse que a vítima vivia na ocupação com seu pai e três irmãos.

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No domingo, Edgar colocou uma bacia de água em frente a sua casa para que as crianças da ocupação pudessem brincar. Edgary, juntamente com outras crianças da comunidade foram no local brincar. 

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Porém, por volta das 18h, seu pai notou seu desaparecimento, iniciando as buscas pela menina.

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Após duas horas de buscas, a criança foi achada. A policia faz buscas na região pelo suspeito.

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*Assistente de Redação, sob supervisão de Matheus Herbert