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CASO SEGUE SEM DESFECHO

Desaparecimento de PM no Litoral completa um mês; confira o que se sabe

Desde o início das investigações e buscas pelo policial, oito corpos já foram encontrados e nove homens foram presos

Matheus Herbert

Publicado em 14/05/2024 às 11:47

Atualizado em 14/05/2024 às 13:13

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Luca Romano Angerami está desaparecido e buscas continuam / Reprodução

Completa um mês nesta terça-feira (14) o desaparecimento do policial militar (PM) Luca Romano Angerami, de 21 anos. O jovem militar foi visto pela última vez em um ponto de tráfico de drogas em Guarujá, no litoral sul de SP. O caso segue em investigação. 

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Desde o início das investigações e buscas pelo policial, oito corpos já foram encontrados e nove homens foram presos. De acordo com a Polícia Civil, todos eles são suspeitos de envolvimento no crime. 

No dia 14 de abril, Luca Romano Angerami saiu de uma adega na comunidade Santo Antônio. Imagens de segurança mostraram que Luca estava na adega bebendo com casal. 

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Luca teria saído da adega e se dirigiu sozinho até o ponto de drogas. Ele teria ficado no carro por aproximadamente 40 minutos, até que dois homens se aproximaram do carro e o renderam.

O caso é tratado como homicídio pela Polícia Civil. Porém, os agentes seguem no litoral de São Paulo tentando identificar e prender mais suspeitos, localizar o corpo e dar um desfecho ao caso.

Luca iniciou carreira no PM em 2022 

Luca iniciou a sua carreira na Polícia Militar (PM) no dia 16 de dezembro de 2022 e, logo após, foi admitido no 29° Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), onde ficou até 27 de fevereiro de 2023.

Luca foi transferido para o 3° Batalhão da Polícia Militar Metropolitano em São Paulo (BPM/M) no dia 1° de maio de 2023, onde permanece desde então.

Pai faz apelo pelo corpo do filho 

No dia 28 de abril, o pai de Luca Romano Angerami gravou um vídeo pelas redes sociais para fazer um apelo para devolverem o corpo de seu filho. Ainda não há confirmação oficial de que o militar esteja morto.

“Eu quero o corpo, quero chorar o meu filho. Acho que qualquer um entenderia, qualquer pai”, disse Renzo Borges Angerami, que é investigador da Polícia Civil de São Paulo.
 

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