A Polícia Civil ainda procura pelo policial desaparecido Luca Romano Angerami. O agente ingressou há pouco tempo na Polícia Militar. Luca iniciou sua carreira no dia 16 de dezembro de 2022 e, logo após, foi admitido no 29° Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), onde ficou até 27 de fevereiro de 2023.
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Luca foi transferido para o 3° Batalhão da Polícia Militar Metropolitano em São Paulo (BPM/M) no dia 1° de maio de 2023, onde permanece desde então.
Sua origem
Nascido em família policial, Luca é quadrigêmeo de duas irmãs e um irmão que também é policial militar.
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O pai do desaparecido, Renzo Angerami, é investigador da Polícia Civil de São Paulo e seu avô, Alberto Angerami, já foi delegado geral-adjunto de São Paulo e presidente do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), segundo informações do “G1“.
O desaparecimento
Luca Angerami, de 21 anos, foi visto pela última vez no Guarujá, no litoral paulista, após sair de uma adega com seu carro e ir para um ponto de venda de drogas da região.
Segundo imagens de câmeras de segurança, o PM ficou parado em seu carro, um Corolla prata, até ser abordado por dois homens não identificados. O agente não foi mais visto desde este momento.
O carro do agente, por outro lado, foi encontrado na beira da rodovia Cônego Domenico Rangoni, no Guarujá. O veículo estava sem o estepe, com a portas destrancadas e com as chaves no porta-malas.
Suspeito preso
Edivaldo Aragão, de 36 anos, foi preso por participar do sequestro do PM. Em relato à polícia, Aragão confessou o crime e ainda disse que Luca foi baleado e jogado em um rio em São Vicente.
Segundo o suspeito, Luca “estava muito louco” e foi abordado “porque tinha uma mulher gritando no carro dele”. O policial só foi baleado quando descobriram que ele fazia parte da corporação.
“O PM foi rendido e levado para São Vicente. Depois, foi morto com a arma dele. As pernas do policial foram amarradas com uma pedra para arremessá-lo de cima da ponte do Mar Pequeno. ”, disse Edivaldo Aragão.
*Texto sob supervisão de Matheus Herbert
