Jundiaí soma 30 casos de varíola dos macacos

Droga estava escondida em uma propriedade em Jarinu e era distribuída por toda a região de Jundiaí

Japão, Austrália, Canadá e Estados Unidos também registraram aumento de casos.

Nos dois casos identificados recentemente não foi necessária internação | Governo do estado de São Paulo

A cidade de Jundiaí registrou nesta sexta-feira (23) a soma de 30 casos de ‘monkeypox’ em residentes no município. Os dados foram confirmados no último boletim epidemiológico e enviados pelo Instituto Adolfo Lutz.

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Entre os casos mais recentes de infeção está o de um homem de 43 anos que observou o início dos sintomas no último dia 11. Ele procurou por atendimento no dia 14 e desde então segue em isolamento, sem necessidade de internação e sem casos secundários, até o momento.

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Outra infeção pela doença ocorreu com um homem de 32 anos, que percebeu os sintomas no dia 13 e procurou por atendimento seis dias depois. Ele também não precisou de internação e segue isolado.

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O acompanhamento permanecerá sendo feito pela equipe de Saúde pelo prazo de 21 dias, indicado como período de transmissão ou enquanto permanecer com lesões cutâneas.

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Todas as equipes de Saúde do município foram orientadas sobre o protocolo para a identificação e notificação dos casos suspeitos para o seguimento das ações de investigação epidemiológicas necessária.

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A monkeypox, também conhecida como varíola dos macacos, é transmitida quando alguém tem contato próximo com uma pessoa infectada. O vírus pode entrar no corpo por lesões da pele, pelo sistema respiratório ou pelos olhos, nariz e boca. Os sintomas incluem erupções cutâneas, febre, dor de cabeça, dor nas costas ou musculares, inflamações nos nódulos linfáticos, calafrio e exaustão. Há vacina para a doença, porém ainda não está disponível no Brasil.