Quanto um cuidador de idosos ganha? Descubra se a carreira é promissora

Profissional do bem-estar necessita de formação técnica e de competências comportamentais essenciais; saiba quais

Ganho mensal do cuidador de idosos é maior do que o salário mínimo pago em São Paulo

Ganho mensal do cuidador de idosos é maior do que o salário mínimo pago em São Paulo | Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A carreira de cuidador de idosos desperta interesse de muitos profissionais que desejam começar uma nova carreira. Com requisitos técnicos e comportamentais, esse campo profissional pode oferecer uma boa remuneração. Descubra quanto um cuidador de idoso ganha para decidir se este pode ser seu novo campo profissional.

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Os ganhos mensais de um cuidador de idosos podem ser até maiores do que o salário mínimo em São Paulo, o maio do País. 

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Qual a formação necessária para exercer essa função?

De acordo com Roberta Bellumat, sócia e diretora-executiva da Padrão Enfermagem, é recomendável que este profissional realize um curso de capacitação específico. 

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A representante da empresa especializada no agenciamento de profissionais da saúde, esclarece que não é necessário um curso de graduação para ser cuidador de idosos. No entanto, o curso de capacitação aborta temas essenciais.

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Nesta formação elementar, o estudante aprenderá sobre primeiros socorros, higiene e administração de medicamentos. Além isso, conceitos sobre nutrição básica, mobilidade e atendimento a necessidades específicas de idosos também são abordados.

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“Embora não seja exigido ensino superior, ter essa capacitação é um diferencial e, em muitos casos, essencial para obter uma vaga”, afirma. 

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Quanto um cuidador de idosos ganha?

A média salarial de um cuidador de idosos no Brasil varia, mas atualmente se encontra entre R$ 1.500 a R$ 1.800, para uma jornada de 40 horas semanais. A informação foi concedida pela Padrão Enfermagem.

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“Esse valor pode oscilar dependendo da região, da experiência do profissional e se o trabalho inclui cuidados mais complexos”, acrescenta Roberta.

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Principais competências técnicas e comportamentais para exercer a profissão 

Assim como em outras profissões, a carreira de cuidador de idosos exige habilidades e competências essenciais para o pleno exercício.

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Conheça abaixo os pontos para desenvolver e se tornar um bom profissional nesta área, de acordo com Roberta Bellumat.

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Competências técnicas:

    •    Primeiros socorros: saber lidar com emergências até a chegada de socorro médico.
    •    Administração de medicamentos: entender dosagens e horários, evitando erros.
    •    Higiene e cuidados pessoais: auxiliar o idoso em suas rotinas diárias, como banho e higiene.
    •    Mobilidade e segurança: compreender técnicas de movimentação para prevenir quedas e lesões.

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Competências comportamentais:

  • Paciência e empatia: entender e respeitar as limitações e características dos idosos.
  • Responsabilidade e pontualidade: cumprir horários e tarefas com seriedade.
  • Capacidade de comunicação: ouvir e comunicar-se de forma clara, especialmente em situações de emergência.
  • Ética e discrição: respeitar a privacidade do idoso e da família.

Qual caminho para ingressar na carreira?

Iniciar nessa seara exige planejamento e preparação. O mercado tem mostrado sinais promissores para o surgimento de novas vagas de trabalho para cuidadores de idosos. A tendência se intensifica à medida que a população brasileira envelhece.

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Saiba como se planejar para iniciar na carreira de cuidador de idosos, segundo informações da Padrão Enfermagem.

  1. Cursos de formação: realizar um curso específico para cuidador de idosos, de preferência em uma instituição reconhecida e buscar sempre reciclagem e novos cursos.
  2. Experiência prática: adquirir prática por meio de estágios ou oportunidades de trabalho supervisionadas.
  3. Certificações adicionais: cursos de primeiros socorros, especialização em doenças específicas (como Alzheimer e Parkinson) e conhecimento em técnicas de mobilização são altamente valorizados.
  4. Networking e divulgação: participar de grupos profissionais e estar presente em plataformas onde famílias ou instituições busquem profissionais qualificados, como aplicativos e agências especializadas em cuidados.