As fritadeiras de ar (ou air fryers) são rápidas, fáceis de usar e oferecem diversas opções de receitas.
Elas cozinham alimentos usando a circulação de ar quente em alta velocidade e, dessa forma, criam um resultado crocante com pouco ou nenhum óleo, o que as torna mais saudáveis que as frituras tradicionais.
Apesar de terem surgido em 2010, não demorou muito para os brasileiros se apaixonarem por sua praticidade, economia e vantagens para a saúde.
No entanto, um especialista recentemente fez um alerta sobre um dos benefícios mais comuns associados ao aparelho.
Pode gastar mais energia
De acordo com o jornalista financeiro Martin Lewis, o uso das air fryers pode custar mais caro que o do forno comum.
O especialista acredita que, embora o aparelho seja excelente para cozinhar quantidades pequenas, carregá-lo com vários alimentos pode aumentar o consumo de energia e, consequentemente, suas contas.
Para Lewis, “se você vai precisar usar sua air fryer 15 vezes diferentes para cada tipo de alimento, em termos de consumo de energia, seria melhor usar um forno”, disse ele, segundo o portal IGV.
Existem exceções
Em um episódio do podcast The Martin Lewis, o especialista em economia de dinheiro explica que o microondas também pode não ser a opção mais econômica para cozinhar grandes quantidades de alimentos.
Segundo ele, basta aplicar um pouco de matemática para descobrir se é melhor usar um forno, um microondas ou uma air fryer.
A ideia é considerar a potência do aparelho e o preço da energia elétrica. No Reino Unido, Lewis usa o valor médio cobrado por hora de consumo como referência para mostrar quanto custa manter cada equipamento ligado.
No Brasil, o raciocínio é o mesmo: quanto maior a potência e o tempo de uso, maior será o gasto de energia.
Por isso, um forno costuma pesar mais na conta de luz do que um micro-ondas, e uma air fryer pode ser vantajosa em preparos rápidos, mas apresentar um prejuízo – tudo depende do tipo e da quantidade de alimento que se está cozinhando.


