Sexta-feira 13: veja superstições modernas que influenciam o dia

De mitos religiosos a curiosidades da arquitetura e da aviação, entenda por que a sexta-feira 13 continua cercada de superstição e como essas crenças aparecem no cotidiano

Filmes, livros e lendas urbanas ajudaram a reforçar o clima de mistério da sexta-feira 13

Filmes, livros e lendas urbanas ajudaram a reforçar o clima de mistério da sexta-feira 13 | Pexels

A sexta-feira 13 é cercada de histórias, crenças populares e curiosidades que atravessam séculos. A data ficou associada ao azar em diversas culturas e até influencia decisões práticas do cotidiano. Para muitos, trata-se de um dia comum; para outros, porém, ele carrega um simbolismo misterioso que mistura tradição e superstição.

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A cada ano, a chegada da sexta-feira 13 chama atenção de curiosos e supersticiosos. Mesmo em sociedades modernas, a combinação do dia da semana com o número 13 ainda desperta histórias sobre azar, mistério e crenças populares.

Embora não exista comprovação científica de que a data traga má sorte, a tradição se consolidou ao longo do tempo. Histórias religiosas, mitológicas e culturais ajudaram a formar o imaginário coletivo em torno do dia.

Origem das superstições

As explicações para a fama da sexta-feira 13 variam. Uma das teorias mais citadas envolve tradições religiosas e mitológicas que associam o número 13 a acontecimentos negativos.

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Narrativas antigas dizem que um banquete entre deuses tinha 12 convidados. A chegada inesperada do deus Loki teria levado o total para 13 participantes e provocado uma tragédia, reforçando a ideia de que o número traz azar.

Outra interpretação vem da tradição cristã. A Última Ceia reuniu 13 pessoas: Jesus e os 12 discípulos. No dia seguinte, uma sexta-feira, ocorreu a crucificação, o que também ajudou a reforçar a associação negativa.

Essas histórias, somadas à cultura popular e à literatura, ajudaram a transformar a data em um símbolo mundial de superstição.

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O medo do número 13

O receio em relação ao número 13 ganhou até nome próprio. O termo “triscaidecafobia” define o medo irracional desse número.A palavra tem origem no grego e ajuda a explicar como a superstição acabou ganhando até um nome próprio.

O termo triscaidecafobia é formado pela junção de “tris” (três), “kai” (e) e “deka” (dez), que juntos formam o número 13. Além de “phobos”, que significa medo, a expressão descreve o medo do número 13.

Segundo análises reunidas na reportagem como diferentes culturas veem a sexta-feira 13, o fenômeno cultural mistura religião, folclore e costumes populares que atravessaram gerações.

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Prédios que pulam o 13º andar

Uma curiosidade pouco conhecida envolve a arquitetura. Em vários países, alguns edifícios simplesmente ignoram o 13º andar,  nesses casos, após o 12º andar, o elevador passa diretamente para o 14º.

A decisão costuma ser tomada para evitar desconforto entre moradores ou hóspedes supersticiosos.Segundo registros citados em reportagens sobre curiosidades da data, edifícios conhecidos também adotaram essa prática.

Em São Paulo, alguns prédios corporativos e hotéis pularam o número em seus elevadores. A estratégia não altera a estrutura física do prédio. O andar existe, mas recebe outro número ou função administrativa.

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Aviões sem fileira 13

O mesmo tipo de superstição aparece na aviação comercial. Algumas companhias aéreas evitam numerar a fileira 13 em suas aeronaves. Uma companhia aérea brasileira que aplica, é a Gol. Em alguns modelos, as fileiras pulam a 13.

Nesse caso, o layout do avião pula diretamente da fileira 12 para a 14. A prática busca evitar desconforto entre passageiros que preferem não viajar em um assento ligado ao número.

Nem todas as empresas seguem essa lógica. Muitas companhias mantêm a numeração normal, mas o costume ainda aparece em diversas frotas pelo mundo.

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Superstições populares da data

A fama da sexta-feira 13 também se conecta a diversas crenças populares que circulam há décadas. Entre as mais conhecidas estão histórias que envolvem objetos ou situações consideradas sinal de azar.

  • Quebrar espelho pode trazer sete anos de azar.
  • Passar por baixo de escada seria um mau presságio.
  • Gatos pretos costumam aparecer em lendas ligadas à sorte ou azar.

Essas crenças fazem parte do folclore de muitos países e continuam presentes no imaginário coletivo, mesmo sem comprovação científica.

Entre superstição e curiosidade cultural

Apesar da fama de dia azarado, muitas pessoas encaram a sexta-feira 13 apenas como uma curiosidade cultural. Filmes de terror, histórias urbanas e eventos temáticos ajudam a manter o interesse pela data.

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Algumas cidades, por exemplo, organizam atrações especiais inspiradas no clima de mistério, como mostra a reportagem sobre passeios aterrorizantes para fazer em São Paulo na sexta-feira 13.

Para historiadores e pesquisadores da cultura popular, o fenômeno mostra como tradições antigas continuam influenciando hábitos modernos. No fim das contas, para muitos, a data é apenas mais um dia no calendário mas cheio de histórias curiosas.

Perguntas frequentes

Por que a sexta-feira 13 é considerada dia de azar?
A associação vem de tradições religiosas, mitologia e cultura popular. Histórias como a Última Ceia e narrativas nórdicas ajudaram a reforçar a ideia negativa do número 13.

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O número 13 é considerado azar em todo o mundo?
Não. Em algumas culturas ele não tem significado negativo e pode até representar sorte ou transformação.

 Existem prédios sem 13º andar?
Sim. Alguns edifícios pulam o número 13 na numeração dos andares para evitar desconforto entre moradores ou visitantes supersticiosos.