Está chegando a maior festa do cinema brasileiro: o Prêmio Grande Otelo, realizado pela Academia Brasileira de Cinema.
E, para homenagear e celebrar o audiovisual nacional, a UCI promove a nova edição do “UCI Day Cinema Brasileiro”. Nos dias 27 e 28 de julho (segunda e terça), a rede exibe oito longas finalistas da premiação, todos com ingressos a R$ 10, válidos para todos os clientes.
É a oportunidade perfeita de ver, ou rever, nas telonas, produções de diferentes estilos e regiões do Brasil. A pré-venda de ingressos já está disponível no site da rede.
Neste ano, os longas selecionados para a maratona são “O Agente Secreto”, “Manas”, “O Último Azul”, “Os Enforcados”, “(Des)controle”, “Sexa”, “Uma Mulher Sem Filtro” e “C.I.C. – Central de Inteligência Cearense”.
A cerimônia da premiação, que celebra 25 anos em 2026, acontece no dia 4 de agosto, com transmissão ao vivo pelo YouTube da Academia e pelo Canal Brasil.
“O Agente Secreto”, finalista em 18 categorias – o maior número de indicações da premiação –, concorre aos prêmios de melhor ficção e melhor direção, para Kleber Mendonça Filho, que também assina o roteiro.
Nas categorias de atuação, o longa domina a disputa com sete indicações: melhor atriz, para Tânia Maria; melhor ator, para Wagner Moura, indicado por três papéis no mesmo filme; além de Alice Carvalho e Hermila Guedes como atriz coadjuvante e Carlos Francisco, Gabriel Leone e Robério Diógenes como ator coadjuvante.
Visto por mais de 2 milhões de espectadores no Brasil, o longa fez história ao disputar quatro categorias no Oscar 2026, incluindo a de Melhor Filme.
A trama se passa em 1977 e acompanha Marcelo (Wagner Moura), professor especializado em tecnologia, que deixa São Paulo rumo ao Recife para fugir de um passado violento e misterioso.
Com 11 indicações, “Manas” também disputa os prêmios de melhor ficção e melhor direção, para Marianna Brennand, além de três categorias de atuação: melhor atriz, para Jamilli Correa; atriz coadjuvante, para Dira Paes; e ator coadjuvante, para Rômulo Braga.
O filme apresenta Marcielle (Jamilli Correa), de 13 anos, moradora da Ilha de Marajó, no Pará. Marcada pela partida da irmã mais velha e preocupada com o futuro da caçula, a jovem decide confrontar a engrenagem de violência que rege sua família e as mulheres de sua comunidade.
A programação também conta com “O Último Azul”, que soma 12 indicações, entre elas as de melhor ficção e melhor direção, para Gabriel Mascaro; melhor atriz, para Denise Weinberg; e ator coadjuvante, em dose dupla, para Rodrigo Santoro e Adanilo.
Em um Brasil distópico que impõe o exílio forçado aos idosos, transferidos para colônias habitacionais para que os jovens produzam sem se preocupar com os mais velhos, Teresa, de 77 anos, recebe o chamado do governo para abandonar sua casa na Amazônia.
Antes da partida compulsória, ela embarca em uma viagem pelos rios da região para realizar um último desejo, sem imaginar que o trajeto mudará sua vida para sempre.
Assim como “Os Enforcados”, de Fernando Coimbra, que rendeu a Irandhir Santos a indicação de melhor ator e a Augusto Madeira a de ator coadjuvante.
Na trama, Regina (Leandra Leal) e Valério (Irandhir Santos) levam uma vida tranquila na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, mas, desde a morte do pai de Valério, o maior mafioso da cidade, buscam uma saída do negócio da família.
Já em “(Des)controle”, dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, Carolina Dieckmann concorre a melhor atriz pelo papel de Kátia Klein, escritora de 45 anos que, em meio a uma crise criativa e à pressão do trabalho e da família, busca alívio na bebida.
Completando a maratona, três finalistas na categoria de melhor comédia. “Sexa” marca a estreia de Gloria Pires na direção – trabalho que rendeu à atriz indicação dupla, de melhor comédia e melhor primeira direção de longa-metragem.
No filme, ela vive a protagonista Bárbara, revisora de textos que acaba de completar 60 anos e está apavorada com o envelhecimento, e acaba se relacionando com um homem bem mais novo.
Em “Uma Mulher Sem Filtro”, de Arthur Fontes, Fabiula Nascimento vive Bia, publicitária cercada de problemas — chefe machista, marido folgado, enteado insolente — que vê uma influenciadora digital assumir o cargo de CEO que almejava há anos.
Após uma sessão esotérica com a Deusa Xana, Bia perde os filtros e passa a dizer tudo o que pensa, sem medir as consequências. E “C.I.C. – Central de Inteligência Cearense”, de Halder Gomes, acompanha Wanderlei (Edmilson Filho), o agente secreto Karkará, encarregado de recuperar a fórmula de um projeto ultrassecreto dos governos do Brasil, Paraguai e Argentina.
Para mais informações sobre a compra, valores e programação, acesse o site oficial da rede.






