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Os gafanhotos, da espécie Schistocerca cancellata, estão 
se aproximando da região sul do Brasil e do Uruguai
Os gafanhotos, da espécie Schistocerca cancellata, estão se aproximando da região sul do Brasil e do Uruguai
Foto: Senasa

Nuvem de gafanhotos volta a se aproximar do Brasil

Apesar de ser rural, a nuvem de insetos pode se tornar urbana e chegar a vilas e cidades

A nuvem de gafanhotos, que está na Argentina, está se reaproximando do Brasil e do Uruguai. Segundo o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa, na sigla em espanhol), uma agência do governo argentino, os insetos estão na está na província de Entre Ríos perto do Rio Grande do Sul. Os gafanhotos podem destruir plantações.

De acordo com especialistas, a alta temperatura do último fim de semana na Região Sul do Brasil favoreceu o deslocamento da nuvem de gafanhotos. A possível aproximação da nuvem está gerando apreensão nas autoridades brasileiras, que consideram que a principal forma de combater o problema é por meio do despejo de agrotóxico em direção aos insetos.

O governo do Rio Grande do Sul informou que o plano de combate aos insetos pode contar com cerca de 400 aviões, se necessário, para aplicar o agrotóxico contra a nuvem. No entanto, especialistas avaliam que o método é extremamente prejudicial e pode causar sérios danos às pessoas e ao meio ambiente.

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Insetos

Em meados de maio a nuvem de gafanhotos chegou na Argentina, vinda do Paraguai. A estimativa é de que os gafanhotos, da espécie Schistocerca cancellata, estejam a cerca de 120 quilômetros do município gaúcho de Barra do Quaraí.

No fim de junho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento alertou sobre a nuvem de gafanhotos que avançava em direção ao Uruguai e ao Sul do Brasil.

De acordo com o Senasa, apesar de ser rural, a nuvem pode se tornar urbana e chegar a vilas e cidades. Porém, os gafanhotos não são prejudiciais à saúde humana ou dos animais.

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