Casa da família Matsunaga é invadida por criminosos e seis pessoas são feitas reféns em SP

Ação no Alto de Pinheiros terminou com três suspeitos mortos e um preso após confronto com a Rota; residência já havia sido alvo de assalto em 2023

Foto/ Reprodução Band News/ Reprodução Netflix

A casa dos pais do empresário Marcos Matsunaga, assassinado pela esposa, Elize Matsunaga, em 2012, foi invadida por criminosos na quarta-feira (14), no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Durante a ocorrência, seis pessoas foram feitas reféns. Três suspeitos morreram após confronto com policiais militares, um foi preso e um agente ficou ferido.

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Segundo a Polícia Militar, equipes da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) foram acionadas para atender à ocorrência. Durante a intervenção, três suspeitos foram baleados e morreram. O quarto envolvido foi detido sem ferimentos.

Um policial militar foi atingido por um disparo durante a troca de tiros e levado ao Hospital das Clínicas. De acordo com as informações divulgadas pela corporação, ele não corria risco de morte. As seis vítimas foram libertadas sem ferimentos.

A residência pertence à família de Marcos Matsunaga e estava ocupada no momento da invasão. As informações disponíveis não esclarecem se o imóvel é utilizado como moradia permanente por todos os familiares ou se permanece habitado de forma contínua.

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Casa já havia sido invadida em 2023

Esta não foi a primeira vez que a residência da família Matsunaga foi alvo de criminosos. Em agosto de 2023, um grupo invadiu o imóvel e rendeu os pais de Marcos, que tinham 79 e 80 anos na ocasião, além da filha do empresário com Elize.

Naquele episódio, os assaltantes permaneceram na propriedade por algumas horas e levaram aproximadamente R$ 20 mil em dinheiro, joias, relógios, celulares, um notebook e duas pistolas registradas em nome do idoso. Antes de deixar o local, os criminosos amarraram as mãos das vítimas.

Caso Matsunaga: empresário foi morto em apartamento

Marcos Kitano Matsunaga, empresário ligado à indústria de alimentos Yoki, foi assassinado em maio de 2012 pela esposa, Elize Matsunaga. O crime aconteceu no apartamento em que o casal vivia, na Vila Leopoldina, também na zona oeste da capital paulista.

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Após matar o marido com um tiro na cabeça, Elize esquartejou o corpo e espalhou partes em áreas de mata da região metropolitana de São Paulo. O caso teve ampla repercussão nacional.

Elize foi presa em 2012 e condenada inicialmente a 19 anos e 11 meses de prisão. Em 2019, após recurso da defesa, a pena foi reduzida para 16 anos e três meses.

Desde maio de 2022 Elize obteve a liberdade condicional e passou a cumprir o restante da pena fora da prisão, sujeita às determinações judiciais.