Homem investigado pela morte da ex em mercado de SP tem prisão convertida em preventiva após audiência de custódia; entenda o caso

Lafayete Gonzaga da Silva permanecerá detido enquanto a investigação sobre a morte de Angelita Manoela Rodrigues segue em andamento

Decisão judicial mantém homem detido durante o andamento das investigações.

Câmeras de segurança do estabelecimento registraram a ocorrência na fila do açougue. Foto: Reprodução/Câmeras de Segurança/Redes Sociais

O homem investigado pela morte da ex-companheira em um supermercado na zona norte de São Paulo teve a prisão em flagrante convertida em preventiva nesta segunda-feira (17/8). Lafayete Gonzaga da Silva passou por audiência de custódia após a ocorrência registrada no domingo (16/8), que é investigada pela Polícia Civil.

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Prisão foi convertida após audiência de custódia

A audiência de custódia de Lafayete ocorreu na tarde de segunda. Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), a prisão em flagrante foi convertida em preventiva por decisão judicial. A informação foi confirmada pela Gazeta de S. Paulo.

Os autos tramitam sob segredo de Justiça. Por esse motivo, o TJSP informou que não há outras informações disponíveis sobre os fundamentos da decisão neste momento.

A prisão preventiva é uma medida cautelar e não significa uma condenação. O investigado permanece preso enquanto o caso segue em apuração, conforme determinação da Justiça.

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O Código de Processo Penal estabelece requisitos para a decretação da prisão preventiva. Entre eles estão a existência de prova da ocorrência do crime, indícios de autoria e circunstâncias que indiquem a necessidade da medida.

O que a polícia apura sobre o caso

A ocorrência foi registrada na tarde de domingo, em um supermercado no Morro Grande, na zona norte da capital paulista.

Segundo as informações divulgadas pelas autoridades, Angelita Manoela Rodrigues estava na fila do açougue quando foi atingida por golpes de faca. Câmeras de segurança do estabelecimento registraram a ocorrência.

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As imagens também mostram a movimentação de pessoas que estavam próximas ao local. Segundo as informações disponíveis, algumas delas deixaram o estabelecimento durante a situação.

Angelita recebeu atendimento médico e foi encaminhada ao Hospital Brasilândia. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), ela não resistiu aos ferimentos.

Investigado foi detido após a ocorrência

Após o episódio, Lafayete teria tentado deixar o supermercado. Segundo as informações divulgadas, pessoas que estavam no estabelecimento conseguiram impedir que ele deixasse o local.

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O investigado foi encaminhado à 4ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde a ocorrência foi registrada.

A investigação, porém, está sob responsabilidade do 72º Distrito Policial. A Polícia Civil deverá analisar os elementos reunidos para esclarecer as circunstâncias da ocorrência.

Caso segue sob investigação

A conversão da prisão em flagrante para preventiva não encerra a investigação. O procedimento policial continua para reunir informações sobre a dinâmica do caso e os elementos que possam esclarecer a responsabilidade criminal.

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O artigo 312 do Código de Processo Penal prevê hipóteses para a prisão preventiva. A decisão precisa apresentar fundamentação baseada nas circunstâncias previstas pela legislação.

Como os autos estão sob segredo de Justiça, não foram divulgados detalhes sobre os fundamentos considerados pelo Judiciário para manter o investigado preso.

Até o momento, Lafayete permanece custodiado por determinação judicial. O caso continua em investigação pela Polícia Civil, e eventuais novas informações dependerão do andamento da apuração e das decisões judiciais.