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Segundo as investigações, grupo mantinha estrutura hierarquizada, com divisão de funções entre os responsáveis pelos roubos, intermediários e revendedores | Reprodução/TV Globo
A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na manhã desta terça-feira (4/11), seis integrantes de uma quadrilha suspeita de receptar e revender celulares roubados na capital paulista e na Grande São Paulo.
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A ação faz parte da fase final da Operação Mobile Strike, que cumpre 28 mandados de busca e apreensão e vários mandados de prisão temporária em endereços de São Paulo, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mauá, Suzano e Hortolândia.
Segundo as investigações, o grupo mantinha uma estrutura hierarquizada, com divisão de funções entre os responsáveis pelos roubos, intermediários e revendedores.
Um bar localizado na Rua Cásper Líbero, no Centro da capital, era usado como fachada para receber os aparelhos antes da revenda.
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A Polícia Civil apurou que a quadrilha movimentava entre 20 e 30 celulares por dia, com parte dos aparelhos enviada para fora do País.
Durante as investigações, que duraram três meses, os agentes utilizaram tecnologias de monitoramento e cruzamento de dados para mapear a organização e identificar seus principais integrantes.
Cerca de 110 policiais civis participaram da operação, coordenada pela Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), da 2ª Delegacia de Intervenção Estratégica, com apoio da Divisão de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos e Cargas (Divecar) e da Guarda Civil Metropolitana (GCM).
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Os suspeitos presos e o material apreendido foram levados para o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
Em janeiro deste ano a Polícia Civil de São Paulo recuperou mais de cinco mil celulares roubados, durante a operação Big Mobile.
Diversos estabelecimentos comerciais que vendiam celulares furtados ou roubados foram fechados.
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