Em protesto, PSOL lança candidato à presidência da Câmara de São Paulo

Decisão do partido é considerada simbólica, já que o PSOL não tem chances contra o candidato governista; entenda

PSOL lançou candidatura própria à presidência da Câmara de São Paulo

PSOL lançou candidatura própria à presidência da Câmara de São Paulo | Alf Ribeiro/Folhapress

O PSOL, mais uma vez, decidiu lançar uma candidatura própria à presidência da Câmara de São Paulo. O escolhido foi o vereador Celso Giannazi, que vai enfrentar Ricardo Teixeira (União Brasil) na eleição em 1º de janeiro.

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“Se eu fosse presidente, nenhum dos inúmeros ataques do prefeito Ricardo Nunes teria sido pautado e votado”, defendeu o psolista, em referência à concessão dos cemitérios e da Sabesp, além de alterações na educação municipal.

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A ação, porém, é considerada simbólica e uma forma de protesto, já que o partido não tem chances contra Teixeira, aliado do prefeito Ricardo Nunes (MDB), do atual presidente da Casa, Milton Leite (União Brasil) e de boa parte dos parlamentares eleitos ou reeleitos.

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A federação formada por PSOL e Rede vai contar com sete dos 55 vereadores a partir de 2025.

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Outras eleições na Capital

O PSOL costuma lançar candidaturas próprias nas eleições ao cargo na cidade, mesmo que não costume ter apoio sequer de outros partidos de esquerda, como o PT.

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No fim de 2023, Luana Alves (PSOL) perdeu a concorrência com Leite, que havia conseguido pouco antes o direito para se candidatar a um inédito quarto mandato consecutivo.

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Giannazi também colocou seu nome à disposição nas eleições de dezembro de 2021, mas foi derrotado por larga margem pelo atual presidente da Câmara, Milton Leite.

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No ano anterior, havia sido Erika Hilton (PSOL) – atual deputada federal – que perderia também para Leite.

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Em 1º de janeiro, a expectativa é que o PT mantenha a 1ª secretaria, enquanto MDB e PL devem ficar com a 1ª e 2ª vice-presidências, respectivamente. O cargo de presidente da Câmara tem a duração de um ano.