‘Talvez amanhã’: Trump diz que acordo entre EUA e Irã será assinado nos próximos dias

Presidente dos Estados Unidos afirma, durante encerramento da cúpula do G7 na França, que negociação busca evitar uma "catástrofe econômica"

Donald Trump sentado em cadeira na Casa Branca nos Estados Unidos

Em cúpula do G7, Trump afirma que acordo entre EUA e Irã deve ser assinado nos próximos dias - Divulgação/The White House

O presidente Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (17/6), durante o discurso de encerramento da cúpula do G7 na França, que o novo acordo entre os EUA e o Irã deve sair nos próximos dias.

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Ao defender a negociação, o republicano afirmou que buscou evitar uma crise econômica mais grave. Segundo Trump, a continuidade das tensões poderia provocar uma “catástrofe econômica”.

O presidente também indicou que as autoridades estão perto de concluir o entendimento. “O acordo que fechamos com o Irã no domingo será assinado em breve, amanhã, talvez depois de amanhã”, declarou.

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Trump já havia anunciado suspensão de ataques

A declaração feita na cúpula do G7 acontece poucos dias depois de Trump anunciar a suspensão de novos ataques contra o Irã. Na última quinta-feira (11/6), o presidente afirmou que decidiu cancelar bombardeios planejados após avançar nas negociações para encerrar o conflito no Oriente Médio.

Na ocasião, o republicano disse que as conversas haviam alcançado os níveis mais altos da liderança iraniana e que as partes envolvidas já haviam aprovado os principais pontos do entendimento. Assim, poucos dias depois, EUA e Irã anunciaram oficialmente o acordo.

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Agora, durante o encerramento do G7, o presidente voltou a demonstrar confiança e afirmou que a assinatura pode ocorrer nos próximos dias.

O que é o G7

O G7 reúne algumas das economias mais desenvolvidas do mundo: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão. Todos os anos, os líderes desses países se encontram para discutir temas considerados estratégicos para a política e a economia global.

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Neste ano, a cúpula aconteceu em Évian-les-Bains, na França. Entre os principais assuntos debatidos estiveram o conflito envolvendo o Irã, a guerra na Ucrânia, os desafios da economia mundial e a busca por novas fontes de minerais essenciais.

Diferentemente de organizações internacionais tradicionais, o grupo não possui uma estrutura permanente nem poder para impor decisões. Seu principal objetivo é coordenar posições e alinhar estratégias entre os países participantes.

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Ao final de cada encontro, os líderes divulgam compromissos políticos conjuntos. Embora não tenham força de lei, essas decisões costumam influenciar debates e negociações em outros fóruns internacionais.