Caminhar é ótimo depois dos 60 anos, mas os especialistas recomendam outro exercício

Importância dos exercícios físicos aumenta conforme a idade

Caminhada faz muitos benefícios, mas sozinha não basta

Caminhada faz muitos benefícios, mas sozinha não basta | Imagem: Foundation Family

Caminhada é um exercício de baixa intensidade extremamente popular entre os mais velhos, e muitos têm como hábito diário. Mas existem alguns detalhes que especialistas recomendam para a população de maior idade.

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Conforme afirma um estudo publicado na revista Nutrients, elaborado por pesquisadores da USP e da Federal do Paraná, a sarcopenia, processo de enfraquecimento dos músculos, é um dos principais problemas associados ao processo de envelhecimento.

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Para combatê-la, é preciso se manter ativo ou ativa na terceira idade, mas é preciso também saber a maneira certa de se exercitar. Confira algumas dicas.

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Caminhando do jeito certo

Antes de entender qual exercício os idosos devem incluir na rotina para garantir o bom funcionamento dos músculos, é importante entender como fazer uma boa caminhada.

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Veja bem, estamos falando não de andar, mas de caminhar. A cabeça deve se manter erguida, olhando para frente, e não para o chão. Os braços devem acompanhar o movimento do corpo, os passos devem ser decisivos. E o mais importante: manter a coluna o máximo ereta possível.

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Essa caminhada, feita do jeito certo, pode prevenir diabetes, prevenir quedas por fortalecer os músculos e até aliviar estresse e prisão de ventre. Já para prevenir a sarcopenia, o ideal é fazer também treinos de força.

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Treinos de força

O mesmo estudo brasileiro recomenda que a população idosa deve realizar também treinos que envolvam outras áreas do corpo, que também enfraquecem conforme a idade.

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Claro que de menor intensidade comparado a um treino de força para pessoas mais jovens, o treino de força pode até mesmo proteger as funções motoras entre idosos. A informação vem de um estudo da Universidade de Copenhague.

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“Até agora, os pesquisadores não haviam conseguido demonstrar que o treinamento com pesos poderia fortalecer a conexão entre os neurônios motores e os músculos. Nosso estudo é o primeiro a apresentar resultados que sugerem que esse é de fato o caso”, afirma Casper Søndenbroe, um dos autores.

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Mas cuidado: como a musculatura e a estrutura óssea de uma pessoa idosa é mais frágil, é importante fazer esses exercícios de força sempre com auxílio e acompanhamento profissional.

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Manter uma rotina ativa após os 60 anos faz diferença direta na autonomia e na qualidade de vida, especialmente quando a caminhada correta é combinada com exercícios de força adaptados.

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Atividades simples, orientadas por profissionais, ajudam a preservar músculos, ossos e equilíbrio, como mostram conteúdos sobre hábitos saudáveis na terceira idade e orientações práticas reunidas na editoria de dicas de saúde e bem-estar.