Convulsão é epilepsia? Entenda a diferença entre as condições

Explicação clara sobre o que é uma convulsão, diferenças para epilepsia e orientações de primeiros socorros

Especialistas explicam por que convulsão não é sinônimo de epilepsia e quando procurar atendimento

Especialistas explicam por que convulsão não é sinônimo de epilepsia e quando procurar atendimento | Freepik

O episódio que aconteceu no BBB26 com o ator Henri Castelli, chamou a atenção do público e levantou uma dúvida comum: afinal, o que é uma convulsão e qual é a sua relação com a epilepsia?

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Situações como essa, quando acontecem diante de milhões de espectadores, acabam abrindo espaço para discussões importantes sobre saúde, especialmente quando envolvem temas ainda cercados de desconhecimento.

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Convulsão e epilepsia não são a mesma coisa

Apesar de frequentemente associadas, convulsão e epilepsia não são iguais.

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A convulsão é uma manifestação causada por uma descarga elétrica anormal no cérebro e pode ocorrer por diferentes motivos.

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Entre eles estão febre alta, estresse extremo, privação de sono, uso de substâncias, alterações metabólicas ou até situações pontuais de saúde.

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A epilepsia, por outro lado, é uma condição neurológica caracterizada pela recorrência dessas crises ao longo do tempo.

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Ou seja, nem toda convulsão indica epilepsia, e apenas um profissional de saúde pode avaliar e chegar a um diagnóstico preciso.

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Crises isoladas não definem diagnóstico. Segundo especialistas, uma pessoa pode ter uma convulsão isolada ao longo da vida sem que isso signifique, necessariamente, que ela tenha epilepsia.

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Por isso, episódios como o mostrado no reality reforçam a importância de evitar conclusões precipitadas e de buscar informação de qualidade antes de qualquer julgamento.

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Uma condição mais comum do que parece

A epilepsia é mais comum do que muitos imaginam.

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Milhões de pessoas convivem com a condição no Brasil e no mundo, levando uma vida ativa, produtiva e independente com acompanhamento médico e tratamento adequado.

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Ainda assim, o tema segue cercado por estigmas, mitos e desinformação.

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Para entender mais sobre tratamentos que podem ser oferecidos em sistemas de saúde, veja como o governo de São Paulo passou a distribuir medicamentos à base de canabidiol para casos específicos de epilepsia e convulsões refratárias.

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Como agir ao presenciar uma convulsão

O episódio também chama atenção para outro ponto fundamental: saber como agir ao presenciar uma convulsão.

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Manter a calma, afastar objetos que possam machucar a pessoa, não tentar conter os movimentos e nunca colocar nada dentro da boca são atitudes essenciais.

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Após a crise, o ideal é aguardar que a pessoa recupere a consciência e, se necessário, procurar atendimento médico.

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Se quiser saber mais sobre convulsões em diferentes contextos, este guia sobre ataques epiléticos em cães explica causas e cuidados, mostrando que o entendimento correto dos sinais é essencial em humanos e animais.