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A exposição conta um pouco dos 73 anos de vida de Rita Lee e dos mais de 50 anos de carreira que ela construiu; exposição foi inaugurada no último dia 23 deste mês no MIS
A exposição conta um pouco dos 73 anos de vida de Rita Lee e dos mais de 50 anos de carreira que ela construiu; exposição foi inaugurada no último dia 23 deste mês no MIS
Foto: Divulgação

Exposição no MIS celebra obra e vida de Rita Lee

A exposição conta um pouco dos 73 anos de vida de Rita Lee e dos mais de 50 anos de carreira que ela construiu

O Museu da Imagem e do Som (MIS) celebra a carreira de Rita Lee, uma das lendas vivas da música brasileira. A mostra tem itens originais da vida pessoal e da carreira da cantora. A exposição conta um pouco dos 73 anos de vida de Rita Lee e dos mais de 50 anos de carreira que ela construiu.

Ela começou nos Mutantes em 1968, depois foi expulsa do grupo, integrou a banda Tutti Frutti e se consolidou como cantora solo, lançando mais de 20 discos. Rita se aposentou dos palcos em 2012, e desde então se dedica à carreira de escritora.

Da infância está exposta uma história em quadrinhos do Peter Pan, o primeiro personagem por quem Rita Lee se apaixonou.

Logo na entrada do museu, o visitante se depara com a representação do porão da casa onde a cantora morou com os pais, na Rua Joaquim Távora, na Vila Mariana.

O lugar tinha uma TV porque o pai dela não permitia que o aparelho ficasse na sala, uma parede onde ela colava fotos de artistas que gostava, e uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, de quem a mãe era muito devota.

“Sou dessas acumuladoras que não jogam fora nem papel de embrulho e barbante. Vou adorar abrir meu baú e dividir as histórias que as traquitanas contam com quem for visitar. Tenho recebido ajuda de uma turma da pesada: o grand maestro da cenografia é do meu querido Chico Spinosa, meu figurinista e carnavalesco da Vai-Vai; a direção é do meu multitalentoso Guilherme Samora e a curadoria é do meu filho João”, conta Rita.

Figurinos usados por Rita Lee estão espalhados pela mostra, como um da padroeira do Brasil, utilizado em 1995 nos estádios do Pacaembu e do Maracanã, que a levou a ser excomungada.

Também há diversos instrumentos da artista, como uma bateria e um piano dos anos 1920, que pertenceu à mãe dela.

O visitante pode apontar a câmera do celular para um QR Code e ser guiado pela voz de Rita pela exposição.
“É muito emocionante. Tem uma parte dessa história que vivi com ela e tem outra que não estava aqui ainda. Então, ver essas roupas, esses momentos tomarem vida, é muito emocionante. São personagens, também, de meus sonhos e imaginação. E é a história de vida da minha mãe. E isso mexe diretamente com minha emoção”, avalia João Lee, o curador.

SERVIÇO.

Onde: Museu da Imagem e do Som, Avenida Europa, 158
Quando: de terça a domingo, das 10h às 18h, até 28 de novembro
Quanto: R$ 50 ou gratuita se o visitante for em dia de semana, entre 10h e meio-dia.

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