Turismo de pesca movimenta R$ 3 bilhões e gera 200 mil empregos no Brasil

Iniciativa faz parte do Plano Nacional de Turismo 20242027 e busca consolidar a pesca esportiva como vetor de desenvolvimento econômico

Ministério do Turismo destacou a ampliação do acesso ao crédito como estratégia para impulsionar o turismo de pesca no Brasil

Ministério do Turismo destacou a ampliação do acesso ao crédito como estratégia para impulsionar o turismo de pesca no Brasil | Divulgação/Governo de SP

O Ministério do Turismo destacou a ampliação do acesso ao crédito como estratégia para impulsionar o turismo de pesca no Brasil, setor que reúne cerca de 8 milhões de praticantes, movimenta até R$ 3 bilhões por ano e gera aproximadamente 200 mil empregos diretos e indiretos.

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O tema foi apresentado durante a Pesca Trade Show 2026, considerada a maior feira de pesca, camping e turismo de aventura da América Latina. No evento, a pasta reforçou o papel do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) como principal ferramenta de financiamento para empreendimentos ligados à atividade.

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Segundo o ministério, o fundo oferece condições facilitadas para negócios do setor, incluindo operações náuticas e serviços turísticos, com o objetivo de ampliar a competitividade e incentivar novos investimentos.

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Estratégia mira crescimento sustentável

A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Turismo 2024–2027 e busca consolidar a pesca esportiva como vetor de desenvolvimento econômico, especialmente em regiões com forte presença de comunidades tradicionais.

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Além do crédito, o governo também aposta na integração de políticas públicas. Um acordo firmado com o Ministério da Pesca e Aquicultura prevê ações conjuntas para organizar e expandir o setor, com foco no uso sustentável dos recursos naturais.

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Potencial turístico em expansão

Levantamento do próprio ministério aponta o Brasil como um dos principais destinos mundiais de pesca esportiva. Regiões como Amazônia, Pantanal, litoral nordestino e bacias do Sudeste e Sul concentram grande diversidade de espécies e cenários naturais.

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A estratégia do governo é integrar a atividade a segmentos como ecoturismo e turismo de natureza, aumentando o tempo de permanência dos visitantes e ampliando o impacto econômico nas regiões.

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Com isso, a pesca esportiva passa a ser tratada como um produto turístico estratégico, com potencial para geração de renda, emprego e desenvolvimento regional.