O Rock in Rio, maior festival de música e entretenimento do mundo, em parceria com a plataforma eSolidar (www.esolidar.com/rockinrio) está leiloando 62 itens de bandas, assinados por artistas nacionais e internacionais, com o objetivo de arrecadar fundos para reflorestar a floresta amazônica. A iniciativa faz parte do Fans for Change – leilão por um mundo melhor, que tem toda verba angariada revertida em árvores para o projeto Amazonia Live.
O leilão abriu no dia 26 de agosto e já recebeu mais de 350 lances. Entre os itens disponíveis estão a pele da bateria e as palhetas assinadas pelo Foo Fighters; e guitarras autografadas por diversas bandas, como Goo Goo Dolls, Red Hot Chili Peppers, P!nk, Nile Rodgers e Paralamas do Sucesso. Os lances mínimos variam desde R$ 500,00 até R$ 1 mil.
Além da disputa pelos instrumentos musicais, os fãs do Nickelback, Imagine Dragons, Helloween e Black Eyed Peas podem concorrer à experiência de acompanhar a assinatura de suas guitarras e ainda tirar uma foto com os ídolos, nos leilões dos chamados Meet and Greet. Neste caso, os lances devem ser ofertados até o dia 22 de setembro. Os demais pregões terminam entre os dias 2 e 10 de outubro.
Até o dia 12 de setembro, o lance mais alto já ultrapassava os R$ 14 mil por uma guitarra autografada e um encontro com o Imagine Dragons. Já o último lance recebido para ficar com uma guitarra autografada pelo Bon Jovi era de R$ 6.500,00, enquanto uma guitarra assinada por Lulu Santos no Rock in Rio 2015 havia recebido lance de R$ 1.500,00.
Esta não é a primeira vez que o festival realiza ações em prol da Amazônia. Desde 2016, o projeto socioambiental do Rock in Rio já plantou mais de 3 milhões de árvores. A meta é restaurar 28 mil hectares de floresta até 2023.
Para quem não pode participar do leilão, é possível adquirir um pacote de donativos, disponíveis para a plantação desde 1 até 100 novas árvores. Os valores variam de R$ 5,89 a R$ 529,28.
Todo valor arrecadado por meio de donativos, como o angariado através dos leilões, será depositado na conta do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIC) e a execução do projeto será de responsabilidade do Instituto Socioambiental (ISA). (Gladys Magalhães)