Defesa de Bolsonaro diz que arma flagrada com sargento seria levada para conserto

Pistola foi apreendida com sargento durante blitz da Polícia Militar do Distrito Federal em Taguatinga

Jair Bolsonaro já disse que a primeira vaga está reservada ao ministro Sérgio Moro, da Justiça

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília/Fabio Rodrigues Pozzebom

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou que a pistola 9mm apreendida com um sargento do Exército nesta terça-feira (17/6) em Taguatinga, no Distrito Federal, seria levada para conserto.

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Segundo a defesa, o ex-mandatário, que cumpre pena em prisão domiciliar em Brasília, constatou que o acionamento de ferrolho da arma não estava funcionando. Ele, então, entregou a arma para o sargento do Exército para verificar o que estava acontecendo.

Ainda conforme a defesa, a entrega do armamento da marca Glock teve por única finalidade buscar auxílio na identificação da falha e a realização de manutenção.

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A pistola foi apreendida durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal em Taguatinga. O sargento estava em um veículo oficial da Presidência da República.

O que aconteceu

Os agentes encontraram a arma no assoalho do carro. Questionado sobre o registro da pistola, o sargento afirmou que o documento estava em sua carteira funcional. 

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Ao verificá-la, os policiais viram que não havia certificação da arma. Então o militar alegou que a pistola pertencia ao ex-presidente. O sargento foi levado à 21ª Delegacia para prestar esclarecimentos.