O Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico Legal (IML) realizarão um scanner 3D nesta quinta-feira (25), a partir das 10h, da avenida Salim Farah Maluf, em São Paulo, a pedido do Ministério Público (MP).
os peritos farão imagens aéreas com drones no local para reconstituir em detalhes o acidente que matou o motorista de aplicativo Orlando da Silva Viana.
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Alta velocidade
Fernando Sastre de Andrade Filho, acompanhado do amigo Marcus Vinicius Machado Rocha, dirigia seu Porsche a 156,4 km/h momentos antes de atingir o Sandero conduzido por Orlando, segundo laudo da Polícia Técnico-Científica.
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Ainda segundo o relatório, no momento da batida Fernando estava a 114,8 km/h. O limite da via é de 50 km/h, segundo informações do “G1“.
Convergências e divergências sobre o acidente
Na noite do dia 31 de março, Fernando e seu amigo Marcus Vinicius Machado Rocha saíram acompanhados de suas namoradas em São Paulo.
Após passarem por um restaurante e uma casa de pôquer, Fernando dirigia seu Porsche acompanhado de Marcus até bater no Sandero de Orlando.
Com a colisão, o motorista de aplicativo acabou morrendo e o amigo teve que retirar o baço e colocar drenos nos pulmões.
Em relato a polícia, Fernando disse estar um pouco acima do limite da via, mas não muito. Marcus e sua namorada mantiveram a versão, mas afirmaram que o dono da Porsche estava muito acima da velocidade permitida na avenida.
A respeito das bebidas alcoólicas, as investigações apontaram que o grupo teria consumido oito drinks de uísque com licor e uma caipirinha antes do acidente.
Em defesa, Fernando e sua namorada alegaram que o dono do carro de luxo não ingeriu bebidas alcoólicas. Já Marcus disse o contrário à polícia, que Fernando ingeriu álcool momentos antes do acidente.
A namorada do amigo disse apenas que o grupo bebeu “drinks”, sem especificar se eram alcoólicos ou não.
*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita
