Carros híbridos são conhecidos pelo consumo inferior de combustível em relação aos carros de combustão, além de alternativas incluídas na elaboração do projeto que garantem maior tempo de bateria e autonomia.
Modelos mistos podem utilizar o freio regenerativo para recarregar suas baterias por meio da energia cinética. O processo não se aplica aos híbridos leves.
Outras opções contam com bateria recarregável por tomada, conhecidas como PHEV (Plug-in Hybrid Electric Vehicle). Este recurso permite recargas externas e maior autonomia em modo elétrico.
O conceito de um carro híbrido está relacionado com o motor, que funciona como um gerador de eletricidade. Portanto, se a carga entra no propulsor, o ciclo provoca a rotação das rodas.
Caso as rodas girem o motor durante a frenagem, ele passa a produzir a eletricidade. Quanto maior for a necessidade de produção, mais força é exigida na hora do freio, o que cria uma resistência responsável por frear o veículo.
Como funciona o processo?
Quando o motorista pisa de forma moderada no freio, a central eletrônica prioriza o motor elétrico para reduzir a velocidade em vez de acionar os freios convencionais. Com o uso constante da frenagem em meios urbanos, a transformação da energia cinética em eletricidade se torna mais intensa.
Isso garante que as baterias estejam sempre recarregadas, o que permite o veículo circular pelo modo elétrico por mais tempo e em baixas velocidades.
Já na estrada, onde as frenagens não costumam acontecer com tanta frequência, o motor precisa operar quase todo o tempo, algo que causa o consumo superior.
Por outro lado, carros híbridos priorizam o uso do motor elétrico em baixas velocidades, como no trânsito urbano.
Redução na queima de combustível
Alguns modelos como GWM Haval H6 e Jaecoo 7 costumam usar os propulsores para tracionar o carro em momentos acima de 60 km/h, quando há carga suficiente na bateria. Isso também reduz consideravelmente o consumo de combustível.
Porém, os híbridos leves levam a pior no consumo urbano, uma vez que os motores elétricos apenas auxiliam os propulsores a combustão em cerca de 10%. O valor não é o suficiente para garantir que a circulação na cidade seja melhor que no meio rodoviário. O gasto entre os dois cenários é similar.
