Haval H6 e Jaecoo 7: o segredo do freio que faz esses SUVs beberem menos

Falta de desacelerações constantes eleva o gasto de combustível em rodovias

Grade imponente com frisos verticais do Jaecoo 7 é ladeada por faróis horizontais alongados e por auxiliares de neblina. /Foto: Pedro Dhantas

Grade imponente com frisos verticais do Jaecoo 7 é ladeada por faróis horizontais alongados e por auxiliares de neblina. /Foto: Pedro Dhantas

Carros híbridos são conhecidos pelo consumo inferior de combustível em relação aos carros de combustão, além de alternativas incluídas na elaboração do projeto que garantem maior tempo de bateria e autonomia.

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Modelos mistos podem utilizar o freio regenerativo para recarregar suas baterias por meio da energia cinética. O processo não se aplica aos híbridos leves.

Outras opções contam com bateria recarregável por tomada, conhecidas como PHEV (Plug-in Hybrid Electric Vehicle). Este recurso permite recargas externas e maior autonomia em modo elétrico.

O conceito de um carro híbrido está relacionado com o motor, que funciona como um gerador de eletricidade. Portanto, se a carga entra no propulsor, o ciclo provoca a rotação das rodas.

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Caso as rodas girem o motor durante a frenagem, ele passa a produzir a eletricidade. Quanto maior for a necessidade de produção, mais força é exigida na hora do freio, o que cria uma resistência responsável por frear o veículo.

Como funciona o processo?

Quando o motorista pisa de forma moderada no freio, a central eletrônica prioriza o motor elétrico para reduzir a velocidade em vez de acionar os freios convencionais. Com o uso constante da frenagem em meios urbanos, a transformação da energia cinética em eletricidade se torna mais intensa.

Isso garante que as baterias estejam sempre recarregadas, o que permite o veículo circular pelo modo elétrico por mais tempo e em baixas velocidades.

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Já na estrada, onde as frenagens não costumam acontecer com tanta frequência, o motor precisa operar quase todo o tempo, algo que causa o consumo superior.

Por outro lado, carros híbridos priorizam o uso do motor elétrico em baixas velocidades, como no trânsito urbano.

Redução na queima de combustível

Alguns modelos como GWM Haval H6 e Jaecoo 7 costumam usar os propulsores para tracionar o carro em momentos acima de 60 km/h, quando há carga suficiente na bateria. Isso também reduz consideravelmente o consumo de combustível.

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Porém, os híbridos leves levam a pior no consumo urbano, uma vez que os motores elétricos apenas auxiliam os propulsores a combustão em cerca de 10%. O valor não é o suficiente para garantir que a circulação na cidade seja melhor que no meio rodoviário. O gasto entre os dois cenários é similar.