Ministério Público mira grupo de ódio na deepweb

A Operação Iluminate foi deflagrada para identificar integrantes de uma organização criminosa que fomenta ódio e ataques, especialmente contra minorias e mulheres

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Algumas das oportunidades são para o Itaú, CI&T e Everis, empresas que mantêm o Cubo Itaú | John Schnobrich/Unsplash

Os Ministérios Públicos de São Paulo e do Rio de Janeiro deflagraram na manhã desta terça-feira (7), por meio de seus Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, a segunda fase da Operação Iluminate, para identificar integrantes de uma organização criminosa que fomenta ódio e ataques, especialmente contra minorias e mulheres, em fóruns da deepweb. Três pessoas foram presas.

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Apoiada pela Polícia Militar dos dois estados, a ação cumpriu ainda cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo (3), Franca (1), no interior paulista, e Rio de Janeiro (1). As medidas foram determinadas pela Vara Especializada em Processos contra Organizações Criminosas de São Paulo.

De acordo com a Promotoria, foram aprendidos diversos dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia.

O Ministério Público de São Paulo informou que passou a monitorar as interações nos fóruns da deepweb após o ataque a Escola Estadual Raul Brasil, na cidade de Suzano, na região metropolitana de São Paulo, em março de 2019. O massacre deixou dez mortos, incluindo os dois atiradores

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Segundo a Promotoria, o ataque foi idealizado e estimulado por um “chan” (fórum) da darkweb chamado Dogolachan.