A auxiliar de informática Adriana Aparecida da Silva, de 42 anos e que foi morta com pelo menos 18 facadas enquanto trafegava em uma moto, no bairro Vila Progresso, tinha sido assediada um dia antes do crime pelo suspeito. O crime foi registrado na última quarta-feira em Jundiaí.
A vítima voltava para o trabalho na hora do almoço em uma moto quando foi atacada pelo borracheiro Clayton Ribeiro, de 38 anos, ao diminuir a velocidade do veículo em uma lombada.
Após matar a esposa, Clayton foi linchado por moradores e também morreu. O corpo de Adriana foi enterrado no Cemitério Nossa Senhora do Montenegro, no Jardim do Lago, na quinta-feira.
O corpo de Clayton foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e foi enterrado no cemitério de Várzea Paulista.
Testemunhas contam que Adriana mesmo ferida tentou fugir, mas o suspeito a atacou com facadas no peito. Ela levou pelo menos 18 facadas. (GSP)